Em fiscalização a bancos em Campo Grande, Procon Estadual volta a flagrar demora excessiva no atendimento

A ocorrência de problemas de atendimento em agências bancárias continua. A fiscalização pela Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor – Procon/MS, órgão vinculado à Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho – Sedhast, realizou diligencias em duas unidades bancárias tendo constatado espera excessiva em relação tempo para atendimento, entre outras infrações recorrentes.

 

Durante a ação em duas agências do Bradesco, ambas na Avenida Afonso Pena, (Agência Calógeras) e (Agência Cachoeirinha) tendo encontrado irregularidades em ambos os locais. Entre os problemas detectados, vale ressaltar a o tempo excessivo aguardando superando o que é considerado razoável, ou seja 15 minutos. Além disso, os comprovantes de atendimento foram expedidos  em papel termossensível o que, também, é vedado pela legislação.

 

Na agência da Calógeras em três senhas verificadas, foram constatadas esperas uma de trinta e sete minutos, e duas de quarenta de dois minutos. Já na agência da Cachoeirinha, a demora  registrada foi em uma senha foi de quarenta e cinco minutos e outra com trinta e cinco minutos. Também considerada infração,  as placas que identificam atendimento prioritário se encontram incompletas com a ausência de alguns símbolos de  beneficiários, o que também, é regulado por legislação tanto estadual como municipal..

 

O Procon/MS continua recebendo as denúncias dos consumidores recorrentes pela demora do atendimento nos bancos. Para denúncias ou informações, convém ligar 151, das 07h até as 18h30, de segunda a sexta-feira ou pelo whatsapp (67) 9 9158-0088 ou se dirigir à sede do Procon Estadual à rua 13 de junho 930. No site procon.ms.gov.br, também está disponível o aplicativo fale conosco que pode ser utilizado para denúncias.

Na Expo Paraguay-Brasil, empresários brasileiros buscaram oportunidade de gerar novos negócios,segundo o CIN/MS

Como parte da programação da Expo Paraguay-Brasil, que termiou ontem (14/11), no Hotel Sheraton Asunción, na capital paraguaia, os 20 empresários que integram a missão técnica promovida pelo CIN/MS (Centro Internacional de Negócios de Mato Grosso do Sul) e Sebrae/MS participaram da rodada de negócios, momento em que puderam conversar pessoalmente e prospectar contatos e possíveis negociações comerciais.

 

Segundo o superintendente do IEL, José Fernando do Amaral, as rodadas de negócios proporcionam uma aproximação maior entre empresários paraguaios e brasileiros. “A importância disso está estampada na necessidade de uma maior integração entre as empresas do Brasil com as empresas do Paraguai. Acredito que essa feira está sendo realizada com muito sucesso e o IEL, por meio do CIN/MS, se sente orgulhoso de estar aqui e trazer um número expressivo de empresários que estão aqui em busca de novas oportunidades, que serão bastante importantes para o desenvolvimento de seus negócios e suas relações comerciais”, afirmou.

 

A coordenadora do CIN/MS, Nathália Alves, explicou que o papel do Centro é preparar as empresas para importação e exportação, que também envolve todo o apoio necessário durante as rodadas de negócios. “Nós ajudamos as empresas brasileiras a negociarem com empresas estrangeiras, o que apresentar, legislação. Então nós não trazemos simplesmente um grupo de empresários, mas estamos juntos o tempo todo, buscando sempre o máximo de agendas e empresas que eles possam contatar em pouco tempo para que a viagem seja mais produtiva”, detalhou.

 

Na avaliação do empresário Paulo Rogério Galvão, um dos sócios da Loja do Gesso, as rodadas de negócios são o grande diferencial. “Conversamos com duas empresas já, uma delas é uma fabricante de parafusos, ferramenta que utilizamos na instalação dos nossos gessos, então já um contato comercial com um possível fornecedor. Outra empresa utiliza nosso produto, que é o gesso cartonado, trocamos cartões e estamos otimistas. Nas rodadas de negócios, podemos ter esse contato pessoal, podendo vislumbrar e identificar se o negócio vai dar certo ou não, porque o contato olho no olho faz toda a diferença”, destacou.

 

O supervisor geral da Salette, Marcelo Maximino Denis, também ressaltou a oportunidade de gerar negócios por meio das rodadas. “Entrei em contato com uma empresa de exportações que ficou interessada nos pães de queijo congelados e biscoitos que produzimos. Foi um excelente contato e praticamente fechamos negócio, faltando alinhar apenas alguns detalhes. Acredito que esse momento é fundamental, porque se viesse por minha conta, provavelmente não teria conseguido os contatos que o CIN/MS e o Sebrae/MS me ajudaram a prospectar”, finalizou.

Em inauguração de atacadista em Corumbá, presidente da Fiems reforça importância da retomada dos investimentos

Ao participar na terça-feira (12/11) da inauguração da primeira unidade do Atacadista Mega na cidade de Corumbá (MS), o presidente da Fiems, Sérgio Longen, reforçou a importância da retomada dos investimentos por parte da classe empresarial de Mato Grosso do Sul. O empreendimento recebeu o investimento da ordem de R$ 20 milhões e vai gerar 460 empregos diretos e indiretos, atendendo a população corumbaense e também das cidades bolivianas localizadas na faixa de fronteira.

 

“É um investimento muito importante para Mato Grosso do Sul e, em particular, para Corumbá. Entendemos que a retomada da economia brasileira está contribuindo para que os empresários do Estado voltem a fazer investimentos. Essa ousadia da Rede Atacadista Mega de trazer para Corumbá um investimento desse porte tem de ser elogiada. É um empreendimento exemplar, que vai movimentar a economia do município. Com certeza, estamos presenciando um momento ímpar para Corumbá e região”, declarou Sérgio Longen.

 

Na avaliação do secretário estadual de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar, Jaime Verruck, a capacidade empreendedora do Grupo Veratti de acreditar no Estado tem de ser elogiada. “A visão de Governo, primeiro, é facilitar e acreditar nesses empresários que estão investindo no Estado, que estão gerando emprego e, principalmente aqui em Corumbá, onde hoje nós temos um grande potencial de desenvolvimento. Para todo empreendedor do Estado, nós oferecemos um ambiente econômico adequado para a geração de emprego e ainda há as linhas de crédito do FCO (Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste)”, destacou.

 

Já o presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Paulo Corrêa, parabeniza o Grupo Veratti pelos investimentos em várias cidades de Mato Grosso do Sul. “Essa unidade aqui de Corumbá é mais uma opção para a população fazer as suas compras. Um empreendimento que chega oferecendo preços baixos, produtos de qualidade e atendimento diferenciado. A cidade de Corumbá é quem ganha com esses investimentos, que estão sendo viabilizados graças aos incentivos disponibilizados pelo prefeito Marcelo Iunes”, analisou.

 

A rede

 

Segundo o sócio-proprietário do Atacadista Mega, Edmilson Veratti, a empresa deve contribuir com o desenvolvimento econômico de várias cidades bolivianas próximas de Corumbá. “Os consumidores estão ficando cada vez mais exigentes com qualidade dos produtos e também com os preços. Estão pesquisando mais e elegem um local para poder fazer suas compras com tranquilidade e segurança. Os comerciantes também buscam no atacarejo essa vantagem em poder comprar bem e conseguir lucrar com seus negócios. O Grupo Veratti fica muito feliz em poder trazer essas possibilidades de economia e negócios para Corumbá, carregando 36 anos de atuação no segmento e há 6 anos no atacarejo”, afirmou.

 

Ele que destaca que entre as vantagens da nova unidade em Corumbá está a de permitir aos consumidores fazerem compras com economia, dentro de um ambiente climatizado, com variedade de produtos e um amplo espaço de estacionamento para atender a região. Com seis anos de atividade, a rede de atacarejo tem unidades em Costa Rica (MS) e Chapadão do Sul (MS), atendendo também as cidades vizinhas de Paraíso das Águas (MS), Figueirão (MS) e Alcinópolis (MS), além de Chapadão do Céu (GO) e Alto Taquari (MT).

 

A nova loja tem um espaço de 7,5 mil m² de área construída e está lcoalizada na Rua Pedro de Medeiros, nº 173, no Bairro Popular Velha. “Nos orgulhamos muito de sermos sul-mato-grossenses. Já temos nossas unidades em Costa Rica e Chapadão do Sul que nos mostraram como o nosso Estado necessita de empreendimentos com DNA da nossa terra. E agora chegou a vez de Corumbá e assim como a população, estamos todos muito felizes em poder retribuir o carinho com o qual fomos recebidos”, afirma Edson Veratti, que também é sócio-proprietário do Atacadista Mega, completando que os funcionários são fluentes em português e espanhol para facilitar o atendimento dos consumidores brasileiros e bolivianos.

 

China é o principal destino das exportações brasileiras, segundo dados da Fundação Getúlio Vargas

A China é o principal destino das exportações brasileiras, segundo o Indicador de Comércio Exterior (Icomex), da Fundação Getulio Vargas (FGV), com 27,8% dos produtos exportados pelo Brasil. A diferença para o segundo colocado, os Estados Unidos, ficou em 14,7 pontos percentuais. A participação da China no comércio exterior brasileiro supera até a do bloco da União Europeia, que soma 16,3%. Os dados foram divulgados ontem (13).

 

A recessão na Argentina influenciou o percentual de 4,4% daquele país. Esse resultado é o segundo menor na série histórica, que começou em 2000. O outro desempenho desfavorável foi em 2002. Com queda no PIB de 10,9%, a participação da Argentina nas exportações brasileiras ficou em 3,8%.

 

O indicador, que calcula de forma mais detalhada o nível de atividade dos setores produtivos, analisa dados da Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai, Venezuela e da Argentina. Além desses países, que compõem o grupo Demais da América do Sul, o Icomex inclui informações da China, dos Estados Unidos e da União Europeia. De acordo com a FGV, esses países/regiões somam 69,6% das exportações totais brasileiras no acumulado do ano até outubro. No mesmo período as importações representaram 66,9%.

 

Balança comercial

 

O Icomex indica que os superávits da balança comercial do Brasil são influenciados pelo comércio exterior com a China. No acumulado até outubro, o saldo da balança somou US$ 34,9 bilhões. Só com a China, foi US$ 21,4 bilhões. O grupo Demais da América do Sul teve saldo de US$ 6,4 bilhões e a União Europeia de US$ 2 bilhões.

 

Apesar de ser o principal mercado das compras externas brasileiras, a diferença dos percentuais nas importações da China no mês é menor em relação aos Estados Unidos e a União Europeia. No caso da América do Sul, a diferença é de 8,6 pontos percentuais.

 

Recuo

 

Segundo a FGV, os volumes exportados caíram em todos os mercados, com exceção dos Estados Unidos, que registrou aumento de 13,3%. A queda de 10% nos preços das exportações no período favoreceu o aumento de 2% no valor exportado, apesar da elevação em mais de 10% no volume. O petróleo foi o principal produto exportado, seguido das semimanufaturas de aço. Os destaques da lista das principais exportações com variação positiva são a gasolina (332%), o etanol (25%) e outras manufaturas (44%). Para a China, o volume exportado caiu 2,8% e a Argentina, que enfrenta recessão, registrou queda de 35,9% no volume e 38,4%, em valor.

 

O maior aumento nas importações foi registrado com os Estados Unidos, que tiveram de 13% de elevação no volume, seguido da China com 1,6% e recuo nos demais mercados. A principal importação do Brasil dos Estados Unidos são os óleos combustíveis e o principal produto exportado o petróleo bruto.

 

Na visão da FGV, o resultado mostra um comércio associado à questão da infraestrutura de refino no território brasileiro.

 

Fonte: Agência Brasil

Procon Estadual orienta consumidor a não se deixar enganar na Black Friday, prevista para o próximo dia 29 de novembro

Com  aproximação de mais uma “mega promoção” realizada por elevado número de estabelecimentos comerciais, principalmente integrantes de grandes redes de lojas, denominada Black Friday, prevista para o dia 29 deste mês, os consumidores  devem se precaver para não serem levados pela ânsia de consumo e terminarem  sendo lesados na aquisição daquilo que possa parecer interessante, sem nem mesmo verificar se os preços estão, realmente, inferiores aos que  eram apresentados anteriormente.

 

Há várias maneiras de não ser engando e cair no que já tornou  bastante conhecido como venda “pela metade do dobro” ou seja,  fornecedores que elevam os preços pouco tempo antes da efetivação da “promoção” para ludibriarem os clientes maquiando descontos que, na realidade não existem. Em anos anteriores houve  denúncias de ocorrências nesse sentido e o consumidor termina pagando mais, entendendo estar sendo beneficiado.

 

Nesse sentido a Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor – Procon/MS, órgão integrante da Secretaria de Estado de  Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho – Sedhast, orienta as pessoas que necessitam adquirir algum produto e  que estão aguardando a promoção, que passem pelas lojas que comercializam o item pretendido e o fotografe, de maneira que possa registrar o preço atual para depois avaliar se, realmente, está conseguindo algum benefício, ou se a loja está realizando o que promete.

 

O superintendente do Procon Estadual, Marcelo Salomão, avalia que “a grande maioria dos estabelecimentos comerciais vai agir com honestidade. Entretanto é sempre bom o consumidor ficar atento para possíveis ações indevidas”. Para ele, a verificação antecipada dos preços daquilo que se pretende comprar “será interessante até como forma de inibir abusos que possam estar sendo programados”.

 

Outro fator que deve chamar a atenção dos consumidores  trata-se das compras virtuais. A orientação do Procon Estadual é que os pretensos compradores fiquem atentos para não caírem em armadilhas. Para isso nunca deixem de se certificar que o site é confiável. Uma das primeiras providências é verificar a existência de um ícone de cadeado em algum lugar da página  inicial.

 

Mesmo que você visualize esse ícone, não deixe de printar a página.  Para sua segurança, o Procon Estadual mantem uma lista de sites não confiáveis à qual você poderá ter acesso a qualquer momento. “Toda a atenção é indispensável para aquisições, seja de qual produto for, de maneira virtual” reafirma Salomão.

Em 10 meses, receita de exportação de industrializados de Mato Grosso do Sul alcança US$ 2,98 bilhões, diz Fiems

De janeiro a outubro deste ano, a receita obtida com as exportações de produtos industrializados de Mato Grosso do Sul já alcança quase US$ 3 bilhões, conforme levantamento do Radar Industrial da Fiems. No período, a receita total alcançou US$ 2,982 bilhões, indicando aumento de 2,9% na comparação com janeiro a outubro de 2018, quando o resultado ficou em US$ 2,898 bilhões.

 

Apenas no mês de outubro, as exportações de industrializados do Estado totalizaram US$ 290,1 milhões, indicando crescimento de 18% em relação ao mesmo mês de 2018, quando o valor ficou em US$ 245,8 milhões. Além disso, quanto à participação relativa, no mês, a indústria respondeu por 70% de toda a receita de exportação de Mato Grosso do Sul, enquanto no acumulado do ano a participação está em 68%.

 

Na avaliação do presidente da Fiems, Sérgio Longen, o montante pode ser creditado às reformas trabalhistas e previdenciárias, que já foram aprovados pelo Congresso Nacional, e as que estão sendo pautadas pela União para serem votada pelos deputados federais e senadores. “Essas reformas têm efeito em cascata nos governos estaduais e trazem reflexos positivos para a sociedade”, pontuou.

 

O líder empresarial acrescenta que todas essas ações resultam na melhora da economia estadual. “Por isso, estamos exportando mais, temos redução da taxa básica de juros e a inflação está controlada. Cada vez mais a economia vai se ajustando”, ressaltou.

 

Desempenho

 

Segundo o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende, o bom desempenho da balança comercial sul-mato-grossense é graças aos grupos “Celulose e Papel”, “Complexo Frigorífico”, “Extrativo Mineral”, “Óleos Vegetais”, “Couros e Peles” e “Açúcar e Etanol”, que, somados representaram 98% da receita total das vendas de industrializados ao exterior.

 

O grupo “Celulose e Papel” registrou receita de US$ 1,70 bilhão, um aumento de 10%, que foram obtidos quase que na totalidade com a venda da celulose (US$ 1,66 bilhão), tendo como principais compradores China, com US$ 994,4 milhões, Estados Unidos, com US$ 192,3 milhões, Itália, com US$ 143 milhões, Holanda, com US$ 122,3 milhões, Reino Unido, com US$ 46,2 milhões, Coreia do Sul, com US$ 27,4 milhões, e Espanha, com US$ 25,6 milhões.

 

Já no grupo “Complexo Frigorífico” a receita conseguida de janeiro a outubro foi de US$ 817,7 milhões, um aumento de 15% em relação ao mesmo período do ano passado, sendo que 42,3% do total alcançado é oriundo das carnes desossadas de bovinos congeladas, que totalizaram US$ 345,9 milhões. Os principais compradores são Hong Kong, com US$ 138,3 milhões, Chile, com US$ 120,5 milhões, Emirados Árabes Unidos, com US$ 70,9 milhões, China, com US$ 49,6 milhões, Egito, com US$ 46,3 milhões, Arábia Saudita, com US$ 42,5 milhões, Irã, com US$ 41,9 milhões, Uruguai, com US$ 34,3 milhões, e Japão, com US$ 34,2 milhões.

Procon Estadual recebe repúdio contra a Energisa e anexa o documento à notificação encaminhada para empresa

Autor de Moção de Repúdio à Energisa – Distribuidora de Energia S/A, o vereador José Natan de Paula Dias, de Aparecida do Tabuado , esteve na Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor – Procon/MS, órgão integrante da Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho – Sedhast para comunicar ao superintendente Marcelo Salomão e  entregar cópia do documento com subscrição de todos dos demais componentes do Legislativo Municipal.

 

De acordo com o que revela o texto da Moção, aprovada por unanimidade na Câmara Municipal de Aparecida do Tabuado, a  iniciativa teve como motivação a “má qualidade dos serviços ofertados, com constantes cortes no fornecimento de energia e o aumento de tarifas e  cobranças abusivas praticadas pela empresa no município”. O vereador demonstra que a concessionária dos serviços de distribuição de energia elétrica  é detentora do maior número de reclamações no Procon Municipal, o que procura comprovar anexando amplo relatório de atendimentos do órgão de defesa do consumidor local.

 

De acordo com o vereador proponente do repúdio, a ação que ocorre, também, em outros municípios da região, tem como finalidade demonstrar o descontentamento da população local, de modo geral, em função dos “transtornos causados” levando em consideração que se trata e empresa que, praticamente, detém o monopólio de serviço essencial e, em razão disso, o consumidor deixa de ter alternativa para minorar as preocupações a que está exposto.

 

Tendo em vista que o Procon Estadual está desenvolvendo procedimento de notificação que questiona a distribuidora de energia a respeito de problemas idênticos apresentados pela Câmara Municipal de Aparecida do Tabuado, o documento recebido será anexado ao processo.

 

Fonte: Procon MS

Balança comercial brasileira tem superávit de US$ 14 milhões, resultado de exportações, segundo o Ministério da Economia

A balança comercial brasileira apresentou superávit de US$14 milhões, resultado de exportações de US$ 4,230 bilhões e importações de US$ 4,216 bilhões nas duas primeiras semanas de novembro de 2019 (seis dias úteis). No ano, as vendas externas brasileiras já somam US$ 189,766 bilhões e as compras no exterior, US$ 154,831 bilhões, com saldo positivo de US$ 34,935 bilhões e corrente de comércio de 344,597 bilhões.

 

Acesse os dados completos da balança comercial brasileira

 

 

A média diária de exportações até a segunda semana de novembro de 2019 (US$ 705,0 milhões) comparada com a de novembro de 2018 (US$ 1,047 bilhão), teve queda de 32,6%, em razão da redução nas vendas das três categorias de produtos: manufaturados (-41,0%, de US$ 421,4 milhões para US$ 248,7 milhões, por conta de laminados planos de ferro/aço, partes de motores e turbinas para aviação, tratores,  autopeças, polímeros plásticos, motores para veículos automóveis e suas partes); semimanufaturados (-28,3%, de US$ 128,4 milhões para US$ 92,1 milhões, por conta, principalmente, de semimanufaturados de ferro/aço, celulose, ouro em formas semimanufaturadas, couros e peles, açúcar de cana em bruto, ferro-ligas) e básicos (-26,7%, de US$ 496,7 milhões para US$ 364,2 milhões, por conta, principalmente, de petróleo em bruto, minério de ferro, soja em grão, café em grão, fumo em folhas).

 

Relativamente a outubro de 2019, houve diminuição de 11,1%, em virtude da redução nas vendas de produtos básicos (-16,4%), semimanufaturados (-11,0%) e manufaturados (-1,8%).

 

Nas importações, a média diária até a segunda semana de novembro deste ano (US$ 702,7 milhões), ficou 16,7% abaixo da média de novembro de 2018 (US$ 843,1 milhões).

 

Nesse comparativo, caíram os gastos, principalmente, com veículos automóveis e partes (-23,4%), químicos orgânicos e inorgânicos (-17,2%), combustíveis e lubrificantes (-13,9%), adubos e fertilizantes (-12,8%), equipamentos eletroeletrônicos (-5,4%). Em relação a outubro último, houve diminuição de 5,1%, pelas reduções nas compras de cobre e suas obras (-23,1%), veículos automóveis e partes (-15,1%), equipamentos mecânicos (-12,5%), químicos orgânicos e inorgânicos (-12,4%) e equipamentos eletroeletrônicos (-9,9%).

 

Fonte: Ministério da Economia

Dourados: pesquisa de preços registra aumento de 3,76% da cesta básica no mês de outubro em comparação a setembro

O valor da cesta básica do mês de outubro/2019 em Dourados, comparado com o mês de setembro/2019, apresentou aumento de 3,76%, é o que constata a pesquisa realizada pelos acadêmicos do curso de Ciências Econômicas da UFGD, realizada na última semana do mês de outubro e primeira semana de novembro.

 

Os produtos que compõem a cesta básica, conforme o DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) são: açúcar, arroz, banana, batata, café, carne, farinha de trigo, feijão, leite, margarina, óleo de soja, pão francês e tomate. Os preços da Cesta Básica de setembro com estes produtos ficaram em R$ 369,59 o que significa 37,03% do salário-mínimo, que é de R$ 998,00. No mês de outubro, o trabalhador douradense teve que destinar uma parte maior do seu salário para a compra dos mesmos produtos: R$ 383,47, 38,43% do salário-mínimo vigente.

 

Dos 13 produtos que compõem a cesta básica, 9 apresentaram um aumento dos seus preços no mês de outubro em Dourados, dentre eles: margarina com 12,98%; tomate com 10,24%; carne com 7,30%; arroz com 4,97%; feijão com 3,14%; farinha de trigo com 2,45%; pão francês com 1,54%; açúcar com 1,37% e leite com elevação de 1,18% comparado com o mês de setembro.

 

Apenas 4 produtos registraram queda de preços: batata, com queda de 6,15%; banana com 3,42%, após uma sucessiva elevação de preços; café com 3,38% e, com uma leve variação negativa de preços, o óleo de soja com 0,28%.

 

O que se percebe enquanto ao comportamento dos preços da cesta b em Dourados é instabilidade. Nos quatro últimos meses, este foi o cenário: em julho, a maioria dos preços da diminuiu e, no mês seguinte, 10 produtos aumentaram de preços. Já em setembro, 9 produtos fecharam com uma queda de preços. E no mês de outubro, 9 produtos aumentaram de preços. É importante lembrar que os produtos que compõem a cesta básica dependem das estações do ano, por isso, oscilam muito de preços. O problema no mês de outubro foi que os produtos que têm maior peso na composição da cesta como carne, tomate e pão francês aumentaram de preços juntos, isso repercutiu bastante no aumento da cesta básica douradense.

 

O preço mais elevado em nosso município chegou a R$ 400,56, e o menor R$ 346,30, com os mesmos produtos, o que representa uma diferença de R$ 54,26. A sugestão é que o consumidor verifique os levantamentos realizados pelo PROCON, que utiliza o método de comparar os preços praticados por cada estabelecimento e dar publicidade esta pesquisa, identificando cada supermercado com os respectivos produtos. Esta informação é atualizada mensalmente no site do órgão.

 

O brasileiro que trabalha 220 horas mensais recebendo um salário-mínimo, no mês de setembro, em dourados, teve que trabalhar 81 horas e 28 minutos para pagar a cesta básica. Já no mês de outubro, este mesmo trabalhador precisou de um tempo superior para comprar esses alimentos: 84 horas e 32 minutos, representando perda do poder de compra.

 

Levando em consideração a determinação da Constituição Nacional que estabelece o valor do salário-mínimo deve ser suficiente para cobrir as despesas do trabalhador brasileiro e de sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o DIEESE estima mensalmente o valor do salário-mínimo necessário. Dessa maneira, em setembro de 2019, o salário-minimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria ser de R$ 3.980,82, isso significa 3,99 vezes mais do que o mínimo vigente, que é de R$ 998,00. No mês de outubro/2019, o mínimo necessário estava em R$ 3.978,82. Assim, em outubro, o trabalhador teve um equilíbrio do poder de compra do seu salário se comparado com o mês de Setembro.

 

Em nível nacional, no mês de outubro São Paulo registrou o maior preço da cesta básica entre as capitais do país, com valor de R$ 473,59, pelo terceiro mês seguido. Porto Alegre foi a segunda capital com os preços da cesta básica mais cara, com R$ 463,24. E a terceira capital onde a cesta esteve mais elevada foi no Rio de Janeiro, com R$ 462,57.

 

Os menores preços no mesmo mês de referência foram verificados em Salvador, com R$ 347,65; Natal, com R$ 341,90. O menor preço da cesta básica do país em outubro foi registrado em Aracaju, com R$ 325,01, pelo quarto mês seguido. Desde o mês de agosto estas mesmas cidades apesentaram as cestas mais baratas do país. No mês de outubro, os preços da cesta básica aumentaram em 9 e diminuíram em 8 capitais estaduais das 17 onde são realizadas a pesquisa, conforme verificamos no registro do DIEESE.

 

Fonte: UFGD