Fiscalização do Procon Estadual flagra de queijos a ração canina vencidos em supermercado de Campo Grande

Unidade de supermercado localizado na Rua Jerônimo Pires de Albuquerque, no Bairro Nova Lima, foi flagrada por equipe de fiscalização da Superintendência par Orientação e Defesa do Consumidor – Procon/MS, órgão integrante da  Secretaria  de Estado de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho – Sedhast,  expondo para venda 120 itens sem condições de consumo por estarem com prazo de validade  expirado, não conterem informações essenciais ou terem embalagens violadas ou rompidas.

 

Foram encontrados pelas fiscais do Procon Estadual, entre os produtos com validade expirada, 35 unidades de queijo (cheddar, prato, mozzarella), 11 de paio defumado, 19 garrafas de água mineral, 8 yakissoba, linguiça calabresa,  requeijão cremoso, geleia, pães diversos e ração canina. Todos esses produtos  foram inutilizados e descartados em presença da fiscalização de forma a não terem condições de voltarem às prateleiras.

 

Também impróprios ao consumo, por não conterem informações essenciais, estavam expostos milho em conserva (19 unidades), cerveja e ração canina. Com embalagens  violadas  foram encontradas exemplares de geleia, pão francês e  suco de limão. Por ocasião  da autuação do supermercado, que faz parte de uma rede local, a equipe do Procon/MS liberou várias informações a respeito da legislação vigente com objetivo do empreendimento não voltar a cometer infrações e deu prazo aos responsáveis para defesa.

 

Fonte: Procon MS

Conselho Estadual de Investimentos Financiáveis pelo FCO remaneja recursos para atender Comércio e Serviços

Os membros do Conselho Estadual de Investimentos Financiáveis pelo FCO (Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste) decidiram, durante a 8ª Reunião Ordinária realizada ontem (3), na Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar, remanejar recursos dentro da rubrica FCO Empresarial para atender demanda crescente dos setores do Comércio e Serviços.

 

“Temos visto uma procura muito grande por parte das empresas prestadoras de serviço e do comércio em geral por recursos, de modo que o valor reservado para financiar esses setores já estava se esgotando. Como havia a possibilidade de remanejar recursos que estavam previstos para a indústria, fizemos a proposta e os membros do Conselho aprovaram. Dessa forma temos, agora, disponibilidade para atender os projetos já internalizados, o importante é fazer o recurso do FCO chegar ao mercado”, disse o secretário da Semagro Jaime Verruck, que preside o Conselho gestor do FCO.

 

Com o remanejamento, a cota do Programa de Desenvolvimento para Comércio e Serviço, dentro do orçamento do FCO Empresarial, ganha aporte de R$ 164 milhões e passa de R$ 337 milhões para R$ 504 milhões. Não há alteração no valor global do Fundo nem no total destinado para o FCO Empresarial e Rural. Para 2019 estão disponibilizados R$ 1,873 bilhão em recursos do FCO para Mato Grosso do Sul.

 

Os conselheiros deliberaram, ainda, sobre 23 cartas consultas de financiamentos, sendo a quase totalidade (20) da linha FCO Empresarial.

 

De janeiro a agosto deste ano, conforme balanço divulgado na reunião do CEIF-FCO, foram realizadas 2643 contratações do FCO junto às instituições financeiras, superando R$ 1 bilhão em financiamentos de novos empreendimentos para Mato Grosso do Sul. Destes, 1534 são do segmento Empresarial e 1109 do Rural. Há ainda diversos projetos em diferentes fases de tramitação que superam R$ 1 bilhão em investimento previsto.

 

O CEIF/FCO é o órgão colegiado de deliberação coletiva, vinculado à Semagro, responsável por gerir os recursos da linha de financiamento. O CEIF/FCO é presidido pelo secretário da Semagro e integrado por representantes das Secretarias de Infraestrutura (Seinfra), de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho (Sedhast), dos órgãos vinculados à Semagro: Agraer (Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural) e Imasul (Instituto do Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul); das federações de Agricultura, Indústria e Comércio; do Sebrae e da Federação de Trabalhadores Rurais (Fettar/MS).