Frente Criativa contra o novo coronavírus: Em tempos de crise, pequeno empreendedor recebe ajuda gratuita da MV Agência

Conhecida por seus 36 anos de atuação, a MV Agência é uma das maiores agências de propaganda do Estado e pertence a um grupo mundial de agências, a Leag (Local Expert Agency Group). Além de clientes de porte nacional, a agência é responsável pela propaganda dos maiores players do mercado regional, como Unimed Campo Grande, Sertão, Real H, Grupo Raviera, entre outros.

 

Nos últimos dias, a agência está escrevendo mais um capítulo na história de uma empresa de sucesso. Em sua primeira semana de home office, além dos desafios de converter sua equipe com mais de 50 colaboradores em um regime até então inédito, seu diretor de varejo, Alexandre Moralles, se sensibilizou com a situação atual do país e resolveu criar um projeto. O Frente Criativa nasceu da vontade de ajudar, o mercado local, os pequenos empreendedores, ou seja, as pessoas que precisam trabalhar e estão com seu negócio “parado”. Em tempos de pandemia, o olhar de consultoria da agência dedicou parte do seu tempo de trabalho para atender esses pequenos empreendedores de forma totalmente gratuita. A MV Agência lançou este projeto em suas redes sociais e logo recebeu diversos contatos e já começou a trabalhar. O idealizador do projeto declara “A gente sentiu um desejo genuíno de ajudar e está muito feliz de poder colaborar com alguns empreendedores. Fazer o bem neste cenário de tantas incertezas é levar esperança para as pessoas. A gente acredita que tudo ficará bem em breve e até lá, estamos juntos.”

 

Atendendo a um projeto por dia, a agência consegue colaborar para que a economia continue a se movimentar. Dedicados a este projeto estão uma dupla criativa com expertise em estratégias de marketing e propaganda, além do que é solicitado pela empresa, a agência também indica sugestões e formas de viabilizar negócios durante o período de quarentena. As ideias não ficam no papel, a equipe entrega para o cliente, layouts profissionais e assertivos, os pequenos empreendedores têm a chance de serem atendidos pela maior agência do estado. Mais do que um ato de assistência, a MV soube olhar o que ela tem de mais valioso e oferecer para quem, neste momento, não pode pagar.

 

A MV informou que o Frente Criativa encerrou as inscrições porque teve uma adesão considerável e os projetos já estão em andamento, alguns beneficiados já postaram a satisfação em suas redes sociais.

 

Alguns trabalhos já estão em uso e uma das primeira beneficiadas conta mais sobre o resultado “A MV me ajudou demais, ele criaram um Festival Promocional para as tortas e eu estou recebendo muitas encomendas, acho que nunca recebi tanta encomenda em um dia só. Estou muito feliz e grata com essa ajuda deles” disse Flávia, dona do negócio Flávia Gourmet Doces.

 

“Estamos vivendo um momento histórico e eu me sinto honrada em fazer parte de um projeto que visa o bem das pessoas acima de todas as coisas. Ao longo dos anos profissionais a gente desenvolve um olhar que pode transformar negócios e oferecer isso para as pessoas nesse momento é muito gratificante.” disse Ariane Pina, criativa que está atuando no projeto.

 

A Mv atenderá cerca de 20 pessoas com consultoria e criação, o que totalizará em mais de 80 layouts e cerca de R$ 150.000,00 em serviços, mas que serão feitos totalmente de forma gratuita.

 

Em breve, a agência irá postar todas as realizações deste projeto. O trabalho da MV pode ser conferido no Instagram @mvagencia. Para mais informações,: contato@mvagencia.com.br

 

 

 

Novo coronavírus: com maioria formada por micro e pequenos, varejistas de Campo Grande fazem apelo para não morrer

De acordo com levantamento da CDL CG – Câmara de Dirigentes Lojistas de Campo Grande junto ao SPC Brasil, maior banco de dados da América Latina, a capital sul-mato-grossense possui hoje aproximadamente 123 mil CNPJs, sendo que a grande maioria destes, 88%, é composta por MEIs, micro e pequenas empresas. São estes empresários que geram empregos e renda, mantendo a economia do município fortalecida.

 

Hoje, o varejo é responsável pela geração de mais de 320 mil empregos diretos. São pais e mães de família, solteiros, casados, jovens, adultos e até mesmo idosos, que tiram do setor o seu sustento e o da sua família

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O setor vem sofrendo com sucessivas crises econômicas, que têm causado o seu esmagamento e deu fim em suas reservas financeiras. “O hoje se paga com o que se ganhou ontem”, resumiu o presidente da CDL Campo Grande, Adelaido Vila, sobre a grave crise pela qual passa o varejo brasileiro. “Não temos lastro, mas temos muitas obrigações financeiras. É taxa disso, daquilo, de lixo, de grande gerador, de iluminação, sem falar nos impostos, nos encargos, o poder público parece que vê no varejo a sua “máquina de fazer dinheiro”.

 

E, agora com essa grave crise de saúde, o setor foi novamente abalado com as decisões unilaterais do poder público, que simplesmente ordenaram o fechamento sem um planejamento financeiro e econômico de socorro aos varejista, afirma a instituição.

 

Adelaido destacou que a entidade tem feito o possível para contribuir e apresentado as urgências do setor para os órgãos competentes. “Temos levado ao prefeito as nossas urgências e com o apoio da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Mato Grosso do Sul estamos apresentando nossos pedidos de isenção e prorrogação de prazos de vencimentos ao governador”.

 

O presidente lembrou ainda que ninguém vive de promessas. “Estamos aguardando uma resposta urgente para que o setor sobreviva a mais esta crise. Mas, precisa ser uma resposta efetiva. O dia do pagamento dos funcionários está chegando, o vencimento de aluguel, impostos também e as respostas, o apoio, não chegam. Estamos nos sentindo sozinhos, vivendo de promessas e de acusações infundadas”.

 

Outro sofrimento que vem sendo infligido aos lojistas da capital, é o preconceito. O setor tem sido tratado como milionário. Nas redes sociais se perpetuaram postagens se referindo aos varejistas como milionários que dirigem carrões, quando na verdade, conforme os dados apresentados, a grande maioria mal tem para pagar as despesas.

 

O presidente reforçou que os varejistas não querem abrir por abrir, mas não tem de onde tirar os recursos, se não for do trabalho, ainda mais sem apoio do poder público, que tem tomado medidas que não surtem efeito prático. Adelaido cita o decreto que suspende por 15 dias o vencimento do IPTU e ISSQN, contado de 23 de março a 6 de abril. No caso do IPTU, o vencimento é dia 10, ou seja, não cai nesta data. Além disso, o decreto estipula que o pagamento seja feito no dia 7 de abril. Isso significa que os impostos deverão ser pagos após o período de fechamento, quando não houve faturamento.

 

Números

 

O presidente da CDL enfocou que dos 122.838 CNPJs de Campo Grande, 22.139 são prestadores de serviços e 24.544 são comércio. Deste total, 46. 683 estão distribuindo em: 43.923 são micros, 2.171 são pequenos, 243 são médios e 346 são grandes.

 

A capital sul-mato-grossense possui ainda 63.423 MEI – Micro Empreendedores Individual, perfazendo um total de 110.106 CNPJs. E, 12.732 são atividades não relacionadas com o varejo, como por exemplo, atacado, representação comercial e outros.

 

Para Adelaido, todos os empresários do setor estão dando suas contribuições. “O prefeito e o governador precisam olhar para esse setor que movimenta a economia da cidade, gera emprego e renda, criando medidas que auxilie para que o comércio de Campo Grande, que vem enfrentando crises econômicas, obras na região central e pandemia não morra após mais este período difícil”.

 

Fonte: CDL CG

 

Ação do Governo do Estado no controle sanitário garante circulação de mercadorias e abastecimento

Entre a quarta-feira (1º) e a manhã de ontem (2), fiscais da Iagro (Agência Estadual de Vigilância Sanitária Animal e Vegetal), órgão vinculado à Semagro (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar), já fizeram a abordagem e desinfecção externa de 701 veículos e caminhões que entraram em Mato Grosso do Sul vindos de outras regiões do país.

 

As informações são da Comissão de Controle Sanitário de Mato Grosso do Sul (CCS/MS), criada pelo Governo do Estado para o enfrentamento da pandemia do coronavírus em Mato Grosso do Sul. A CCS é vinculada à Segov (Secretaria de Estado de Governo e Gestão Estratégica e composta pela Casa Militar; Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública; SES (Secretaria de Estado de Saúde (SES); Sefaz (Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz); Iagro e Semagro.

 

“O trabalho dos fiscais da Iagro tem por objetivo o monitoramento e a prevenção do coronavírus, sem prejuízo à circulação de produtos que entram e saem de nosso Estado e ao abastecimento da população”, comenta o secretário Jaime Verruck, da Semagro.

 

Os números são referentes ao trabalho realizado em quatro das 13 barreiras de controle sanitário implantadas em Mato Grosso do Sul, nos municípios de Bataguassu, Três Lagoas e Mundo Novo e Aparecida do Taboado, nas divisas com os estados de São Paulo, Paraná e Minas Gerais. As barreiras funcionam como sentinela, para monitorar e prevenir a circulação interna do coronavírus.

 

Além das barreiras nas vias que são rota de entrada de pessoas e mercadorias em Mato Grosso do Sul, os fiscais da Iagro também estão atuando no controle sanitário no Aeroporto Internacional de Campo Grande (em conjunto com a vigilância sanitária municipal e a Infraero) e na Ceasa/MS (Central de Abastecimento de Mato Grosso do Sul).

 

Segundo boletim da Comissão de Controle Sanitário, 1700 pessoas já foram abordadas nas barreiras sanitárias, 709 meios de transporte foram abordados, incluindo oito aeronaves e 4 pessoas foram orientadas a procurar uma unidade de saúde.

 

 

Veja abaixo os locais das barreiras implantadas pelo Governo do Estado:

I – Posto Fiscal Ilha Grande, no Município de Mundo Novo;

II – Posto Fiscal XV de Novembro, no Município de Bataguassu;

III – Posto Fiscal Jupiá, no Município de Três Lagoas;

IV – Posto Fiscal Itamarati, no Município de Aparecida do Taboado;

V – Posto Fiscal João André, no Município de Brasilândia;

VI – Posto Fiscal Ofaié, no Município de Anaurilândia;

VII – Posto Fiscal Foz do Amambai – Porto Camargo, no Município de Naviraí;

VIII – Posto fiscal Selvíria, no Município de Selvíria;

IX – Posto Fiscal Alencastro, no Município de Paranaíba;

X – Base de Fiscalização Móvel Aporé, no Município de Cassilândia;

XI – Base de Fiscalização Móvel Campo Bom, no Município de Chapadão do Sul;

XII – Posto Fiscal de Sonora, no Município de Sonora;

XIII – Base de Fiscalização Móvel, no Município de Costa Rica.