Mato Grosso do Sul é o sexto Estado mais competitivo do país e está entre os 10 melhores

O Estado de Mato Grosso do Sul continua em posição de destaque no Ranking de Competitividade, do Centro de Liderança Pública (CLP), divulgado nesta quinta-feira (17/09). O estado ocupa o sexto lugar no ranking geral e figura entre os dez melhores do país em Infraestrutura, Capital Humano, Sustentabilidade Social, Segurança Pública, Inovação, Sustentabilidade Ambiental e Potencial de Mercado.

 

“Percebemos um estado mais eficiente, com base para atrair investimentos e gerar mais emprego e renda”, avalia Riedel.

Durante a apresentação nacional do ranking, o secretário de Governo e Gestão Estratégica, Eduardo Corrêa Riedel (representando o governador Reinaldo Azambuja), enfatizou que as iniciativas do governo de gerenciamento de recursos públicos e o cuidado com a saúde da população foram fundamentais para conquista dos resultados:  “A responsabilidade fiscal é base e premissa para os nossos objetivos. Temos conseguido avançar de maneira objetiva em cada uma das áreas, mesmo diante da pandemia que nos trouxe uma série de desafios entre eles a oportunidade e a capacidade de estruturar o sistema de saúde de forma muito rápida. Por isso, não tivemos um cidadão sul-mato-grossense com problema de atendimento até o momento”.

 

Em comparação ao ano anterior, Mato Grosso do Sul avançou nos indicadores de Inovação (de 8º para o 5º lugar) e de Capital Humano (de 17º para 10º lugar). O estado se classificou entre os dez melhores do país em sete de um total de dez indicadores que compõem o ranking: Infraestrutura (6º), Sustentabilidade Social (7º), Segurança Pública (6º), Inovação (5º), Sustentabilidade Ambiental (9º) e Potencial de Mercado (8º lugar).  Nos demais pilares Mato Grosso do Sul ficou em 10º em Capital Humano, 11º em Eficiência na Máquina Pública, 12º em Educação e 15º em Solidez Fiscal.

 

“A metodologia de gestão adotada pelo Governo do Estado resultou no avanço dos indicadores de competitividade e isso se mantém. A pandemia traz uma série de consequências, mas o Governo do Estado de MS ao adotar protocolos na iniciativa privada, desde o início, conseguiu manter as atividades econômicas”, salientou Riedel. Na sequência, o secretário ainda falou da importância do agronegócio na manutenção de empregos. “A atividade econômica não sofreu tanto, está vivendo um bom momento e opera com em baixa densidade demográfica. A nossa recuperação, em relação ao coronavírus, deverá ser mais rápida”.

 

Por fim, Riedel falou das ações do Governo desde o início do mandato. “Percebe-se um estado mais eficiente de maneira geral, com base para atrair investimentos, isso gera crescimento do PIB e, consequentemente, mais emprego e renda, inclusive para os mais jovens”.

 

Também participaram do lançamento da 9ª edição do Ranking de Competitividade os governadores de Alagoas, Renan Filho; do Maranhão, Flávio Dino; de Minas Gerais, Romeu Zema; do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite;  da Paraíba, João Azevedo; do Espírito Santo, Renato Casagrande e do Amazonas, Wilson Lima.

 

Mais informações e as notas de todos os estados podem ser conferidas no site www.rankingdecompetitividade.org.br.

Consumidor denuncia e Procon autua franquia dos Correios por irregularidades no atendimento

Denúncias de consumidores sobre desrespeito à legislação consumerista motivaram equipe de fiscalização da Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor – Procon/MS, órgão integrante da Secretaria de Estado de Direitos Humanos,  Assistência Social e Trabalho – Sedhast, a realizar ação em loja franqueada dos Correios localizada na rua Rui Barbosa, área central de Campo Grande.

 

Os integrantes do Procon Estadual constataram como procedentes as denúncias de que no local, apesar de existir quatro guichês para atendimento, um dos quais preferencial, apenas um funcionário se encontrava à disposição das pessoas que necessitavam dos serviços prestados por aquela unidade dos Correios e que no guichê que seria destinado  ao atendimento preferencial não havia servidor.

 

Outra irregularidade  é a não existência  de senhas  que permitam controlar o atendimento, ficando por conta das pessoas respeitar a ordem de chegada. Além disso a placa que informa a possível o local para onde deveriam se dirigir as pessoas que se enquadram como preferenciais não obedece o que preceitua a legislação uma vez que não consta entre estes os portadores de autismo.

 

A mesma placa não ostenta informações que demonstrem  que naquele local é oferecido atendimento prioritário às gestantes, às lactantes, às mães acompanhadas por crianças de colo, às pessoas com deficiência, às pessoas que possuem Transtorno do Espectro Autista TEA e as pessoas com fibromialgia.

Governo já desembolsou R$ 197 bilhões em auxílio emergencial, segundo presidente da CEF

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, disse ontem (17) que já foram transferidos R$ 197 bilhões em auxílio emergencial para 67,2 milhões de beneficiários do programa em todo o Brasil. Segundo ele, cerca de 45% dessas pessoas vivem nas regiões Norte e Nordeste do país. 

 

“Desses R$ 197 bilhões, R$ 68 bilhões foram para o Nordeste e R$ 21 bilhões para a Região Norte”, destacou, durante live semanal do presidente Jair Bolsonaro transmitida pelas redes sociais. Guimarães também lembrou que as primeiras cinco parcelas do auxílio emergencial, no valor de R$ 600, foram pagas a 45 milhões de pessoas e que integrantes do Bolsa Família já começaram a receber a sexta parcela, num valor menor, de R$ 300, que corresponde ao auxílio residual.

 

Decreto do presidente publicado esta semana no Diário Oficial da União detalha as regras para a concessão do auxílio residual. As parcelas serão pagas apenas a quem já têm o auxílio emergencial, ou seja, trabalhadores que não são beneficiários do programa não poderão solicitar o auxílio residual.

 

Instituído em abril para conter os efeitos da pandemia sobre a população mais pobre e os trabalhadores informais, o auxílio emergencial começou a ser pago com parcelas mensais de R$ 600 a R$ 1.200 (no caso das mães chefes de família) a cada beneficiário. Inicialmente projetado para durar três meses, o benefício foi estendido para um total de cinco parcelas. A partir de hoje, o auxílio residual passa a ser pago em até quatro parcelas mensais.