Empresário cria franquia de lava car ecológico que promete faturamento milionário já no 1º ano

O empresário Felipe Boell tinha o objetivo de fazer sucesso quando criou a WOW – Carro Limpo de 3 minutos – franquia de lava car. Mas, ele não imaginava que seria tão rápido!

 

Em pouco mais de um ano e com apenas uma máquina de car wash, o curitibano faturou R$1,5 milhão, atingindo a marca de mais de 100 mil veículos lavados. Em um lava car normal, seriam necessários mais de 10 anos para atingir este número!

 

E foi justamente na pandemia, que Felipe Boell viu o movimento triplicar na unidade lançada. “Com a necessidade constante de higienização dos veículos em ocasião da disseminação do coronavírus, aumentamos significativamente nosso faturamento. Então decidimos lançar mais três unidades, que já estão a todo o vapor. As quatro unidades lavam em média 12 mil carros por mês”, conta.

 

Ideia da franquia

 

Tudo começou quando Felipe assumiu a administração do posto de combustiveis da família. Ele estava estudando formas de aumentar a lucratividade do negócio quando pensou no lava car.

 

“Estava acostumado a locar o espaço para a lavagem de carros a outras pessoas. Nem pensava que este seria o pulo do gato em nossos negócios”, contou.

 

A ideia surgiu em uma viagem à Europa que já evolui para um estudo mais completo de máquinas disponíveis e de como era a dinâmica de lavagens em outros países.

 

“Foi quando me deparei com máquinas de car wash italianas supermodernas, de alta performance que não riscam e são ecologicamente corretas, pois utilizam pouca água, ou seja, cinco vezes menos se comparado a uma lavagem convencional. Não pensei duas vezes e trouxe uma para o Brasil”.

 

O investimento inicial foi de R$400 mil em uma máquina com jatos de alta pressão, que eliminam desde a sujeira leve até a mais pesada, em todos os cantos e até o chassi do veículo.

 

Atendimento diferenciado

 

Além disso, Felipe criou um sistema automatizado para o atendimento, que facilita o ponto de venda do serviço, não tendo o cliente que necessariamente descer do carro para comprar a lavagem.

 

“Em época de coronavírus, isso está sendo fundamental para o negócio. Os clientes não precisam descer do carro, evitando o contágio pelo vírus”, comenta Boell.

 

Ao administrador da franquia, a ferramenta apresenta também benefícios inéditos. Além de permitir a integração do car wash com a rede de cobrança do posto, esse sistema é munido de um BI (Business Intelligence) que traz indicadores em tempo real como o valor do ticket médio, qual serviço mais requerido e até o retorno sobre o investimento.

 

A franquia disponibiliza ainda os ‘Consultores de Lavagem’. São eles que mostram as opções de lavagens ao clientes, tiram duvidas e operam as máquinas. Também indicam qual seria a melhor opção de lavagem a partir de um rápido diagnóstico do estado do veículo.

 

Saída para postos aumentarem lucratividade

 

No Brasil, a opção pela lavagem manual é a preferida, mas acaba sendo pouco rentável tanto para os proprietários dos empreendimentos quanto para os postos de combustíveis que oferecem o serviço ou locam o espaço.  

 

Por isso, a WOW apresenta a oferta de um novo modelo de negócio, principalmente para postos de combustíveis, capaz de elevar o seu faturamento em mais de 1.500%. Isso é possível devido ao volume de carros atendidos pelo car wash da WOW. A máquina mais simples comercializada pela franquia pode atender até 7.500 carros em um mês e atingir R$150.000,00 de faturamento, ou seja, superando a média comumente encontrada na maioria dos lava cars pelo país.

 

De acordo com Felipe Boell, o tempo de lavagem nas máquinas da WOW leva de 3 a 12 minutos, dependendo da opção escolhida pelo cliente, que pode incluir polimento e secagem no pacote. “Ao escolher a sua opção de lavagem, o cliente pode ir acrescentando serviços adicionais. Muitos desses pacotes extras vem com um bom desconto, e isso não “engessa” o serviço”, diz Felipe.

 

“A WOW surgiu como alternativa para gerar uma renda extra ao posto. Mas, agora, o lava car é que está trazendo um fluxo de carros enorme para as unidades em que está instalado. Em finais de semana, temos registrado um aumento de até 80% na vendas de combustíveis que advêm de clientes que procuram as lavagens”, ressalta Felipe sobre a experiência da WOW nos postos que administra.

 

Como ser uma franquia

 

Para quem desejar adquirir uma franquia da WOW, o pacote não inclui apenas o maquinário. Todo um trabalho de prospecção e capacitação é feito pela empresa. Isso vai desde a avaliação do espaço que será destinado ao empreendimento, análise do local em relação ao número de clientes, comunicação visual, marketing da rede de fornecedores homologados, acompanhamento de projeto, RH, recrutamento e seleção de operadores.

 

As máquinas de lavagem oferecidas hoje pela WOW são da modalidade de Pórtico com trilhos, podendo ser simples, duplas ou triplas. Ela realiza desde lavagem simples, até serviços mais complexos como lavagem de chassi, polimentos e secagem. A máquina simples realiza a lavagem básica em torno de 3 minutos enquanto que a lavagem somada à secagem e o polimento chega a 12 minutos. Já a tripla reduz o tempo da lavagem mais complexa para 7 minutos.

 

Saiba mais: www.carrolimpoem3minutos.com.br

 

 

Fonte: Engenharia de Comunicação

Fotos: Divulgação WOW

Atividade econômica tem alta de 0,59% no mês de novembro, segundo o Banco Central

A atividade econômica brasileira registrou alta em novembro do ano passado, de acordo com dados divulgados hoje (18) pelo Banco Central (BC). É o sétimo mês consecutivo de crescimento, após as quedas de março e abril, devido às medidas de isolamento social necessárias para o enfrentamento da pandemia de covid-19.

 

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), dessazonalizado (ajustado para o período), apresentou expansão de 0,59% em novembro em relação a outubro. Mas na comparação com novembro de 2019, houve queda de 0,83% (sem ajuste para o período, já que a comparação é entre meses iguais).

 

Em 12 meses encerrados em novembro, o indicador também teve queda, de 4,15%. No ano, o IBC-Br ficou negativo em 4,63%.

 

Taxa básica de juros

 

O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o BC a tomar decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 2% ao ano. O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária, além do volume de impostos.

 

O indicador foi criado pelo Banco Central para tentar antecipar, por aproximação, a evolução da atividade econômica. Entretanto, o indicador oficial é o Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para o mercado financeiro, o PIB deve registrar queda de 4,37%, em 2020.

 

Fonte: Agência Brasil

Não se deie enganar: Órgãos de proteção alertam sobre compra de material escolar

Atentos às dúvidas sobre a compra de material escolar, os órgãos que atuam na defesa do consumidor divulgaram neste início de ano recomendações para que os pais fiquem atentos ao que pode ou não ser solicitado pelas escolas.

 

No contexto da pandemia de covid-19, a recomendação geral é que as compras sejam feitas online, o que facilita inclusive a comparação de preços. O consumidor, porém, deve verificar se a loja virtual é confiável, divulgando um canal de atendimento claro, como telefone ou email, por exemplo. É importante também guardar registros das transações e ficar atento a prazos de entrega.

 

Em relação às listas de materiais, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) alerta que itens de uso coletivo, como de higiene e limpeza, não devem ser solicitados pelas escolas. Nem mesmo itens como álcool-gel, muito utilizado em função da pandemia.

 

O órgão também alerta que as instituições de ensino não podem exigir marcas ou locais de compra específicos. “Isso configura venda casada e é proibida pelo Código de Defesa do Consumidor”, destacou a Senacon em nota. As exceções são os materiais que não são vendidos no comércio em geral, como apostilas próprias.

 

O Instituto de Defesa do Consumidor do Distrito Federal (Procon-DF) frisa que, além da marca, as escolas também não podem exigir itens de um modelo específico. A exceção são os uniformes.

 

O Procon ressalta que, sobretudo no contexto da pandemia, a legislação permite aos pais a entrega parcelada do material, que deve ser feito, no mínimo, oito dias antes do início das atividades.

 

Ainda em função da pandemia, o Procon recomenda que os pais verifiquem com a escola a cobrança repetida de materiais que não foram utilizados em 2020, devido à suspensão das aulas e do fechamento das instituições de ensino. “É esperado que a lista escolar seja menor e mais barata esse ano, com o reaproveitamento de itens que não foram utilizados no ano passado”, assinala o órgão.

 

No caso dos livros didáticos, as escolas também não podem recomendar que o aluno não reaproveite material que já foi utilizado por um irmão, por exemplo. Isso só é permitido se a publicação estiver desatualizada.

 

Vale lembrar que a lista de material deve vir acompanhada de um plano de execução, que deve descrever, de forma detalhada, os quantitativos de cada item de material e a sua utilização pedagógica.

 

A volta das aulas presenciais depende do sinal verde das administrações municipais, e os pais devem ficar atentos à situação de sua cidade, pois as autoridades locais podem adiar o retorno, a depender dos números da pandemia. Nesse caso, a lista de materiais pedida pela escola também pode sofrer alterações.

 

Fonte: Agência Brasil

Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada inflação de 6,22% para as famílias mais pobres

A taxa de inflação para as famílias de renda mensal mais baixa –  menor que R$ 1.650,50 – foi de 1,58% em dezembro de 2020. Na faixa que representa as famílias de renda mais alta (com rendimento domiciliar superior a R$ 16.509,66), a variação foi de 1,05%, com uma diferença de 0,53 ponto percentual entre os dois grupos. No acumulado do ano, enquanto a inflação das famílias de renda mais baixa teve elevação de 6,22%, o segmento de renda alta registrou taxa menor: 2,74%.

 

Os dados constam do Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda referente a dezembro, divulgado na sexta-feira (15), no Rio de Janeiro, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

 

“Embora tenha se mantido em dezembro o padrão inflacionário presente nos últimos meses, caracterizado pela aceleração dos preços dos alimentos no domicílio, o reajuste da energia elétrica e a alta nos preços dos serviços livres se revelaram focos de pressão adicionais no orçamento das famílias”, informou o Ipea.

 

Segundo o estudo, os segmentos de habitação e alimentos e bebidas foram os que mais impactaram a inflação das famílias de menor renda, impulsionados pela alta de 9,3% nas tarifas de energia e pelos aumentos no preço do gás de botijão (2%), arroz (3,8%), feijão (3,3%), batata (7,3%) e carnes (5,6%).

 

Foco inflacionário

 

Já os reajustes das passagens aéreas (28,1%), dos transportes por aplicativo (13,2%) e da gasolina (1,5%) fizeram do grupo transporte o maior foco inflacionário para a classe de renda mais alta no mesmo período.

 

“Quando se observa a variação acumulada em 2020, se comparada com a de 2019, os dados mostram que, para as três faixas de renda mais baixa, houve uma aceleração da inflação, enquanto que, para as três classes de renda mais alta, o ano passado proporcionou um alívio inflacionário. A diferença entre essas pressões pode ser explicada pelo peso das despesas com alimentos, energia e gás: elas comprometem 37% dos orçamentos mensais nas famílias mais pobres e 15% nas mais ricas”, disse o Ipea.

 

Acrescentou que, no ano passado, os itens que mais pesaram na cesta de consumo dos mais pobres foram arroz (76%), feijão (45%), carnes (18%), leite (27%) e óleo de soja (104%), além das tarifas de energia (9,2%) e do gás de botijão (9,1%).

 

No mesmo período, a parcela com renda mais alta da sociedade sentiu uma alta moderada de serviços como mensalidades escolares (1,1%) e serviços médicos e hospitalares (14,8%), além de deflações em itens consumidos majoritariamente por esse grupo, como passagens aéreas (-17%), seguro de automóvel (-8%) e gasolina (-0,2%)

 

Fonte: Agência Brasil