Arte de Mato Grosso do Sul encanta e fica na quinta posição em vendas no Salão do Artesanato de São Paulo

Foram cinco dias de exposição e muitas vendas. E o resultado foi extremamente positivo. O estande da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS) no 13º Salão do Artesanato – Raízes Brasileiras, que aconteceu de 9 a 13 de outubro em São Paulo, rendeu R$ 176.903,00 aos artistas e entidades participantes.

 

A soma representa crescimento de 34% nas vendas se comparadas a edição anterior, colocando Mato Grosso do Sul na quinta posição entre as 23 unidades federativas participantes no valor bruto arrecadado.

 

As peças levadas a São Paulo apresentam temáticas, inspirações, técnicas e matérias-primas diversas, mas que representam aspectos da nossa cultura, flora e fauna. Uma amostra de nossas belezas que encantaram consumidores de todos os estados brasileiros e visitantes do exterior.

 

Os artesãos e entidades que representaram o Estado no Salão foram selecionados por meio de edital realizado pela Gerência de Desenvolvimento de Atividades Artesanais. As peças ocuparam um espaço coletivo de 70 metros e chamaram a atenção pelas cores e temas.

 

“O artesanato é um processo criativo trabalhoso, mas que rende frutos para a nossa cultura, e claro, para a geração de renda de centenas de famílias. Esse resultado mostra que é possível obter retorno com a arte feita aqui em nosso Estado”, explica Rejane Benneti Gomes, gestora de eventos da Gerência de Desenvolvimento de Atividades Artesanais da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul.

 

Processo 

 

Foram selecionados os artesãos individuais (MEI) Monique Klein Rocha, Creuza Vergilio, Rosenir Batista, Ana Vitorino da Silva Leodério e Claudia Cristina Benites Veiga Castelão; as entidades União Estadual dos Artesãos de MS (Uniems), Associação dos Produtores de Artesanato e Artistas Populares de MS (Proart/MS) e Associação de Artesanato de MS (Artems) e a mestre artesã Andrea Pereira Lacet de Lima.

 

As peças que compuseram o estande foram levadas, sem custo, pela Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul. Já os artesãos selecionados arcaram com suas próprias despesas de passagens, traslados, hospedagem e alimentação durante todo o evento.

 

Realizado este ano no Pavilhão da Bienal, em São Paulo, o Salão do Artesanato – Raízes Brasileiras é uma das maiores vitrines da arte brasileira. Movimentou durante cinco dias R$ 3.471.284,27 apenas com os estandes dos 23 estados participantes.