Benefícios do INSS acima do salário mínimo terão reajuste de 3,43% retroativo a 1º de janeiro; teto vai a R$ 5.839,45

Os segurados da Previdência que recebem acima do salário mínimo terão seus benefícios reajustados em 3,43%, conforme o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

 

O índice foi oficializado por meio de portaria do Ministério da Economia, publicada ontem (16), no Diário Oficial da União (DOU). O reajuste é retroativo a 1º de janeiro de 2019.

 

O teto dos benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) passa a ser de R$ 5.839,45 (antes era de R$ 5.645,80). As faixas de contribuição ao INSS (Instituto do Seguro Social) dos trabalhadores empregados, domésticos e trabalhadores avulsos também foram atualizadas.

 

O INSS informou que as alíquotas são de 8% para aqueles que ganham até R$ 1.751,81; de 9% para quem ganha entre R$ 1.751,82 e R$ 2.919,72; e de 11% para os que ganham entre R$ 2.919,73 e R$ 5.839,45. Essas alíquotas, relativas aos salários de janeiro, deverão ser recolhidas apenas em fevereiro, uma vez que, em janeiro, os segurados pagam a contribuição referente ao mês anterior.

 

Valores definidos

 

O piso previdenciário, valor mínimo dos benefícios do INSS (aposentadoria, auxílio-doença, pensão por morte) e das aposentadorias dos aeronautas, será de R$ 998,00. O piso é igual ao novo salário mínimo nacional, fixado em R$ 998 por mês em 2019.

 

Para aqueles que recebem a pensão especial devida às vítimas da síndrome da talidomida, o valor sobe para R$ 1.125,17, a partir de 1º de janeiro de 2019.

 

No auxílio-reclusão, benefício pago a dependentes de segurados presos em regime fechado ou semiaberto, o salário de contribuição terá como limite R$ 1.364,43.

 

O Benefício de Prestação Continuada da Lei Orgânica da Assistência Social – destinado a idosos e a pessoas com deficiência em situação de extrema pobreza -, a renda mensal vitalícia e as pensões especiais para dependentes das vítimas de hemodiálise da cidade de Caruaru (PE) também sobem para R$ 998,00. Já o benefício pago a seringueiros e a seus dependentes, com base na Lei nº 7.986/89, passa a valer R$ 1.996,00.

 

A cota do salário-família passa a ser de R$ 46,54 para o segurado com remuneração mensal não superior a R$ 907,77, e de R$ 32,80 para quem tem remuneração mensal superior a R$ 907,77 e inferior ou igual a R$ 1.364,43.

 

Fator de reajuste dos benefícios concedidos de acordo com as respectivas datas de início, aplicável a partir de janeiro de 2019.

 

Fator de reajuste dos benefícios concedidos de acordo com as respectivas datas de início, aplicável a partir de janeiro de 2019

 

DATA DE INÍCIO DO BENEFÍCIO REAJUSTE (%)
Até janeiro/2018 3,43
em fevereiro/2018 3,20
em março/2018 3,01
em abril/2018 2,94
em maio/2018 2,72
em junho/2018 2,28
em julho/2018 0,84
em agosto/2018 0,59
em setembro/2018 0,59
em outubro/2018 0,29
em novembro/2018 0,00
em dezembro/2018 0,14

Secretaria de Previdência

Fonte: Agência Brasil

Banco do Brasil lidera lista de reclamações no último trimestre de 2018, segundo informações do Banco Central

O Banco do Brasil (BB) liderou o ranking de reclamações contra instituições financeiras no quarto trimestre de 2018, segundo informou ontem (15) o Banco Central (BC). A lista, divulgada regularmente pelo órgão, se refere aos bancos que têm mais de quatro milhões de clientes em sua base. Em segundo e terceiros lugares, apareceram o Santander e o Bradesco, respectivamente.

 

No período apurado, o Banco Central (BC) recebeu 1.585 queixas consideradas procedentes contra o BB, sendo a maioria delas relacionadas à “oferta ou prestação de informação a respeito de produtos e serviços de forma inadequada”, com 304 registros, seguida por “prestação de serviço de forma irregular em conta-salário”, com 144 ocorrências.

 

O ranking de reclamações é formado a partir das demandas do público registradas nos canais de atendimento do Banco Central, como internet, aplicativo, correspondência, presencialmente ou por telefone. São consideradas como reclamações procedentes as ocorrências registradas no período de referência em que se verificou indício de descumprimento por parte da instituição financeira.

 

Participam do ranking, além dos bancos comerciais, os bancos múltiplos, os cooperativos, bancos de investimento, filiais de bancos comerciais estrangeiros, caixas econômicas, sociedades de crédito, financiamento e investimento e administradoras de consórcio. As listas se dividem entre aquelas instituições financeiras com mais ou menos de 4 milhões de clientes.

 

Para fazer o ranking, as reclamações procedentes são divididas pelo número de clientes da instituição financeira que originou a demanda e multiplicadas por 1 milhão. Assim, é gerado um índice, que representa o número de reclamações da instituição financeira para cada grupo de 1 milhão de clientes. O resultado é, portanto, avaliado pela quantidade de clientes de cada instituição financeira, combinada como número de reclamações.

 

Primeiros da lista

 

Com esse cálculo, o Banco do Brasil liderou a lista com índice 24,98 reclamações para cada 1 milhão de clientes. Ao todo, a instituição tem 63,4 milhões de clientes. Em segundo lugar no ranking do quarto trimestre de 2018, aparece o conglomerado Santander, com índice 24,04 e um total de 1.033 reclamações registradas. O Santander soma 42,9 milhões de clientes. O conglomerado Bradesco vem em seguida, com índice 23,52 e um total de 2.262 reclamações, considerando um total de 96,1 milhões de clientes.

 

O Banrisul, que tem pouco mais de 4,7 milhões de clientes, obteve índice de 19,30 com 91 reclamações. Já a Caixa Econômica Federal, com base de 90,9 milhões de clientes, registrou índice de 18,92, com 1.721 reclamações registradas.

 

Do total de 11.092 reclamações, a principal está relacionada à oferta ou prestação de informação a respeito de produtos e serviços de forma inadequada (2.045), seguida de irregularidades relativas a integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade das operações e serviços relacionados a cartões de crédito, com 1.202 casos.

 

Também houve reclamações relacionadas a restrições à realização de portabilidade de operações de crédito consignado, débito em conta de depósito não autorizado pelo cliente, prestação de serviço de forma irregular em conta-salário e cobrança irregular de tarifa por serviços não contratados. No total, 84 tipos de reclamações foram registradas.

 

Recomendações

 

A insatisfação com serviços e produtos oferecidos por instituições financeiras pode ser registrada no BC e as reclamações ajudam na fiscalização e regulação do Sistema Financeiro Nacional. Quando a reclamação chega à autarquia, é encaminhada para a instituição financeira que tem prazo de 10 dias úteis (descontados sábados, domingos e feriados) para dar uma resposta, com cópia para o BC.

 

Entretanto, o BC recomenda que a reclamação seja registrada, primeiramente, nos locais onde o atendimento foi prestado ou no serviço de atendimento ao consumidor (SAC) da instituição financeira. Se o problema não for resolvido, o cliente pode ainda recorrer à ouvidoria da instituição financeira, que terá prazo de até 10 dias úteis para apresentar resposta. Os clientes bancários também podem buscar atendimento no Procon e recorrer à Justiça.

 

O outro lado

 

O Banco do Brasil informou, por meio de nota, que adota “constantemente ações de aprimoramento para que a melhora no atendimento e a adequação de produtos e serviços repercutam na satisfação dos clientes”. A instituição ainda acrescentou que “está trabalhando para retornar ao seu nível histórico nesse ranking, ficando fora das quatro primeiras posições”.

 

Também por meio de nota, o Santander disse que “trabalha continuamente na melhoria dos seus processos, ofertas e atendimento, tornando-os mais simples e ágeis para garantir a satisfação dos consumidores”. O banco informou ainda que “permanece com total empenho para prestar o melhor atendimento aos clientes e ressalta que disponibiliza outros canais de relacionamento e atendimento além das agências, como a Central de Atendimento Santander, SAC, Ouvidoria, o Internet Banking, APP Santander e APP Way”, complementou.

 

Já o Bradesco disse que “reduzir os índices de reclamação é foco permanente do banco, assim como oferecer um atendimento de qualidade a todos os clientes e usuários”. Segundo nota enviada à reportagem da Agência Brasil, a instituição vem desenvolvendo, nos últimos anos, programa de análise da origem das manifestações de seus clientes e usuários.

 

“Esse trabalho é realizado juntamente com os gestores de produtos, processos e serviços e vem produzindo melhorias na solução e redução das manifestações e, consequentemente, da posição do banco nos diversos rankings de reclamações existentes. Além disso, entre outras ações adotadas estão os constantes investimentos em treinamento do quadro de colaboradores e em infraestrutura. É importante ressaltar que o Bradesco tem uma posição de respeito absoluto ao cliente e aos seus interesses”, destacou.

 

Fonte: Agência Brasil

Governo de Mato Grosso do Sul estima retomada da obra da Unidade de Fertilizantes Nitrogenados III em oito meses

O Governo de Mato Grosso do Sul aguarda com expectativa, dentro de um novo cenário desenhado com a suspensão da liminar que travou a venda de parte dos ativos da Petrobras, a retomada do processo de transferência do controle acionário da Unidade de Fertilizantes Nitrogenados (UFN III), empreendimento em construção pela estatal em Três Lagoas. A fábrica estava sendo negociada com o conglomerado russo Acron Group.

 

A decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, suspendendo a liminar imposta pelo ministro Marco Aurélio, em 19 de dezembro de 2018, revalida o edital lançado pela Petrobras e beneficia diretamente as negociações da UFN III com o grupo russo, o qual reafirmou seu interesse na compra em recente reunião com o secretário estadual de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar, Jaime Verruck.

 

Em entrevista ao Bom Dia MS, da TV Morena, ontem (14.01), o secretário disse que o Estado tem plena convicção de que, mantido o edital, o processo de renegociação entre a Petrobras e a Acron seja retomado na fase suspensa pela liminar e que as obras, hoje paralisadas, tenham seu reinício no prazo de oito meses. A questão judicial será definida no julgamento do mérito, pelo STF, da ação de inconstitucionalidade, pedida pela Advocacia-Geral da União (AGU), previsto para fevereiro.

 

“A Acron tem total interesse no negócio, isso ficou claro na reunião que tivemos com o grupo, em novembro de 2018”, disse Verruck. “Nos últimos dois meses nós tivemos praticamente três reuniões com os gestores da empresa, discutindo a questão dos incentivos fiscais e o fornecimento do gás natural da Bolívia para o empreendimento, inclusive com a elaboração de um pré-contrato para a aquisição desse gás”, acrescentou.

 

Incentivos mantidos

 

Para o secretário, a fábrica de fertilizantes tem uma importância estratégica para Mato Grosso do Sul, que passará a produzir e a exportar produtos que hoje são importados pelo agronegócio, além da geração de emprego e renda e dinamização da economia local. Ele lembrou que o Estado alterou o decreto de concessão de incentivos fiscais, permitindo a transferência do benefício da Petrobras para o novo empreendedor, com validade até 2031.

 

“A Acron pretende exportar 90% da ureia que produzir e a manutenção do incentivo lhe garante maior competitividade no mercado mundial”, destacou Verruck, acrescentando que, além das oportunidades de milhares de empregos que serão gerados na conclusão da obra, a unidade de fertilizantes estima contratar entre 500 e 600 trabalhadores na fase de operação.

 

Outro aspecto relevante com a retomada do empreendimento em Três Lagoas, apontado pelo secretário, é o aumento das importações de gás natural da Bolívia, o que incidirá na arrecadação do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). Um pré-contrato estima o fornecimento para a fábrica de um volume de 2,3 milhões de metros cúbicos/dia da matéria-prima, para a produção de ureia, amônia e o gás carbônico.

As negociações preliminares entre a Petrobras e a Acron previam um acordo de R$ 3,2 bilhões na transferência do controle acionário da UFN III, com o grupo russo estimando um investimento inicial de R$ 5 bilhões.

 

MSGÁS fechou 2018 com 25% de crescimento no número de consumidores e recorde no segmento automotivo

A Companhia de Gás de Estado de Mato Grosso do Sul (MSGÁS) encerrou 2018 com um crescimento de 25% no número de unidades consumidoras em relação ao ano de 2017. Os dados são do Relatório Mensal da Gerência Comercial da Companhia e reúne informações dos segmentos industrial, comercial, residencial e automotivo.

 

De acordo com o Relatório, o volume distribuído no acumulado de janeiro a dezembro, comparando os anos de 2018 e 2017, também mostrou um acréscimo de 40% no segmento residencial, seguido de 27% de incremento no setor industrial e 22% no comercial. Para o diretor técnico e comercial da Companhia, Bernardo Prates, os volumes de distribuição de gás natural em Mato Grosso do Sul obtidos no ano de 2018 foram significativos, alcançando um crescimento além dos índices normais de mercado.

 

“Na indústria, o aumento se deve aos acréscimos de consumo diário das indústrias de celulose e refinamento de grãos. Nos segmentos residencial e comercial devido aos grandes prédios novos e habitados que migraram para o gás natural, grande quantidade de restaurantes, hotéis, hospitais, lanchonetes. Tal movimento é explicado por dois fatores: uma forte ação comercial no sentido de divulgar os atributos do gás natural no que tange à qualidade, segurança, praticidade e a economia do nosso produto e, além disso, um empenho muito grande das áreas operacionais e de suporte para agilizar o processo de ligação de clientes, bem como prestar atendimento de alta qualidade”, explicou.

 

Já o aumento anual de 7% no setor automotivo e o recorde alcançado em dezembro, 12.596 m³/dia, foi atribuído por Prates à alta competitividade do gás natural frente à gasolina e o etanol, uma vez que em Mato Grosso do Sul, quem utiliza esse combustível pode economizar mais de 50%.

Produção industrial do país avança 0,1% em novembro, mas recua em nove de 15 locais, mostra pesquisa do IBGE

Apesar do aumento de 0,1%, de outubro para novembro de 2018, a produção industrial recuou em nove dos 15 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no período.

 

As principais quedas ocorreram em Goiás (-6,2%) no Amazonas (-3,5%), Rio de Janeiro (-2,2%) e Pará, recuo de 1,3%.

 

Também tiveram queda Bahia, Santa Catarina, Espírito Santo, Mato Grosso.

 

A região Nordeste, também pesquisada em seu conjunto de nove estados, teve uma queda de 0,8%.

 

Por outro lado, seis locais tiveram alta: Pernambuco (1,4%), Paraná (1,1%), Ceará (0,9%), São Paulo e Minas Gerais (0,7%, cada um) e Rio Grande do Sul (0,4%).

 

Na comparação com novembro de 2017, a indústria nacional recuou 0,9%, comportamento seguido por oito dos 15 locais pesquisados, em especial Goiás, que teve queda de 14,2%.

 

Sete locais tiveram alta, sendo a maior delas anotada no Rio Grande do Sul (12,7%).
No acumulado do ano, a indústria avançou 1,5%. Doze dos 15 locais tiveram alta no período, com destaque para o Pará (9,9%). Novamente o estado de Goiás apresentou a maior queda (-4,7%)

 

Já no acumulado de 12 meses, a indústria nacional cresceu 1,8%. Nessa comparação, também 12 dos 15 locais pesquisados tiveram alta, sendo a maior delas no Pará (9,7%). O estado de Goiás manteve o pior desempenho como nas comparações anteriores, menos (-4,1%).

 

Fonte: Agência Brasil

 

Número de linhas de celular tem maior queda do ano em novembro, segundo dados divulgados pela Anatel

O número de linhas de celular caiu no Brasil em novembro, ficando em 231,8 milhões. Em novembro, foram desligados 1,5 milhão de linhas, e o total foi 0,65% menor do que o do mês anterior. Os dados foram divulgados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e trazem o balanço consolidado mais atualizado do serviço móvel pessoal, nome técnico dado à telefonia celular.

 

Foi a maior queda do ano. Nos últimos meses, o encerramento de linhas havia totalizado 0,9 milhão em outubro; 0,1 milhão em setembro;, 0,4 milhão em agosto e 0,3 milhão em julho. Nos 12 meses anteriores a novembro, a perda acumulada foi de 3%. A soma de linhas desligadas chegou a 7,2 milhões.

 

Segundo o gerente de Universalização da Anatel, Eduardo Jacomassi, essa redução, que já vem de cerca de três anos, ocorreu devido a uma mudança de regulamentação do órgão, que reduziu o custo das ligações entre operadoras diferentes.

 

“Durante algum tempo era muito caro ligar para outra operadora. Então as pessoas tinham vários chips. Conforme a regulamentação mudou, pessoas que tinham mais de um acesso começaram a desligar e isso se refletiu na quantidade total”, explicou Jacomassi à Agência Brasil.

 

Do total de novembro, 57,5% dos acessos eram pré-pagos, cerca de 133,3 milhões. Já os pós-pagos representaram 42,5%, ultrapassando os 98 milhões. Entre outubro e novembro, os pacotes pré-pagos diminuíram 2,9 milhões, enquanto os pós-pagos subiram 1,4 milhões.

 

Em 2015, os acessos pré-pagos ultrapassavam o índice de 70% da base móvel. Desde então, essa proporção vem caindo em favor dos contratos pós-pagos, que já passaram dos 40%. De acordo com Jacomassi, o avanço do pós-pago está ligado ao fato de que esses planos terem melhores condições em relação aos dados. “Pessoas têm desejado acesso à web, e melhores condições estão ali, incluindo os planos controle”, disse.

 

Mercado

 

Na divisão de mercado, a Vivo fechou novembro como maior operadora móvel e totalizou 73,6 milhões de linhas. Esse número não necessariamente é equivalente ao de clientes, já que uma pessoa pode ter mais de uma linha.

A Claro ficou em segundo lugar, com 58,8 milhões de linhas. A TIM veio em seguida, com 56 milhões de acessos. E, em quarto, a Oi fechou o mês com 37,4 milhões.

 

Estados

 

Algumas unidades de Federação registraram aumento de linhas móveis em novembro. Foi o caso de Roraima (6,57%); Amapá (4%); Amazonas (3,4%); Espírito Santo (0,6%) e São Paulo (0,5%).

Em termos de distribuição da base móvel, São Paulo responde por 27% do mercado no país, com 62,9 milhões de linhas em funcionamento. Em seguida vêm Minas Gerais, com 21,8 milhões (9,4%), e Rio de Janeiro, com 19,8 milhões (8,56%).

 

Linhas fixas

 

As linhas fixas também caíram em novembro, com menos 141 mil acessos. No total, o mês fechou com 38,6 milhões de linhas. A queda foi menor do que a do mês anterior, outubro, quando o encerramento de contratos de telefonia fixa totalizou 201 mil em todo o país.

Diferentemente dos celulares, a redução das linhas fixas em novembro foi a menor do ano. Em outros meses, o fechamento de linhas fixas já havia sido maior. Somente em janeiro, a base perdeu 478 mil acessos.

 

Fonte: Agência Brasil

 

Irregularidades detectadas levam Procon Estadual a autuar loja da Havan na Capital por prejuízos aos consumidores

Em ação de fiscalização realizada nesta quinta-feira (10.01) por equipe da Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor – Procon/MS, órgão vinculado à Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho – Sedhast,  em uma das unidades da Havan  – rede  de lojas de departamentos em nível nacional, em Campo Grande, atendendo a reclamações,  foram verificadas várias irregularidades que, em última análise, se  configuram em prejuízos para o consumidor.

 

Entre os principais problemas  detectados pelos fiscais do Procon Estadual, destaque para a exposição de produtos para venda sem informação de preços, indisponibilidade de itens divulgados em tabloides distribuídos ao público com validade até o dia 14 de janeiro em curso, diferença de preços entre os fixados nos produtos e os cobrados nos caixas e, ainda, mercadorias expostas com avarias ou faltando peças sem qualquer comunicação ao consumidor.

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Comércio atacadista foi autuado pelo Procon Estadual por expor diversos produtos com prazo de validade vencido

Unidade de uma das maiores redes de vendas no atacado de Campo Grande, o Fort Atacadista,  situada na rua  São Borja, Vila Rica, foi autuada na terça-feira (08) por equipe de fiscalização da Superintendência  para Orientação e Defesa do Consumidor- Procon/MS, órgão  vinculado à Secretaria de Estado de  Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho – Sedhast, por cometer várias irregularidades que poderiam causar prejuízos ao consumidor.

 

Entre estas estão a exposição para venda de produtos com prazo de  validade  expirado, alguns deles desde  dezembro passado, além de ter produtos expostos que, apesar de  ainda  estar em período de validade, apresentavam condições impróprias  ao consumo. Em vista disso, foi lavrado auto de infração tendo sido os produtos descartados na presença de representantes  da unidade comercial devendo ser arbitrada multa devido aos problemas registrados.

 

 

Entre os itens descartados por término de validade de prazo vale destacar 80mpacotes entre cookies e mini cookies, 26 embalagens de pães ( de forma tradicional,  integral e para hamburguer) , oito embalagens contendo 96 unidades de iogurte, 12 bandejas de queijo prato pesando aproximadamente 150 gramas cada além de  7 embalagens de linguiça bovina com aproximadamente  um quilo cada.

 

Já entre os produtos expostos  à venda mas impróprios ao consumo, mesmo dentro do prazo de validade, foram encontrados 21 pacotes de pães de forma entre tradicional, especial e integral com 400 gramas cada. Outra irregularidade constatada foi a presença de produtos que não dispunham de procedência, prazo de validade ou outra informação que pudesse orientar o consumidor.

 

“Os produtos expostos a venda com prazo vencido podem ser nocivos à saúde do consumidor. Por isso, alertamos às pessoas que, ao adquirir qualquer item em supermercados ou loja atacadista estejam atentas às informações expostas nas embalagens. É importante adquirir, sempre, produtos dentro do prazo de validade. Lembramos, também, que a validade não se limita ao prazo de exposição para venda, mas se estende ao tempo que ficará armazenado em casa”, alerta o superintendente do Procon Estadual, Marcelo Salomão.

Preço do material escolar varia até 914% em Campo Grande, conforme aponta pesquisa realizada pelo Procon/MS

Pais devem ficar atentos na hora da compra do material escolar, pois os preços neste ano registraram variação de até 914,49% em Campo Grande. Os dados são de pesquisa divulgada hoje pela Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor (Procon/MS), do Governo do Estado, para auxiliar os consumidores.

 

Entre os dias 02 e 08 de janeiro, técnicos da superintendência estadual percorreram 11 estabelecimentos comerciais na Capital verificando os preços de itens básicos das listas solicitadas pelas escolas. A maior variação encontrada foi em um minidicionário com 352 páginas que está sendo comercializado de R$ 2,76 a R$ 28,00.

 

Em segundo lugar, o item com maior disparidade de preço foi o esquadro com diferença de preços de 878,26%, sendo encontrado para venda de R$ 0,46 a R$ 4,50. Itens como apontador de plástico simples e lapiseira apresentaram variação de 660% e 491,74%, respectivamente.

 

“Como a variação apontada foi muito alta, comparar os preços é fundamental para o consumidor conseguir economizar trazendo economia para esse momento tão difícil e de tantas despesas que é o início do ano. Essa pesquisa é mais um serviço do Governo do Estado que ajuda a encontrar a opção de compra mais barata”, avalia o superintendente do Procon Estadual, Marcelo Salomão.

 

Ele destaca, contudo, que preço é importante, mas não o único fator a ser avaliado na hora da compra. “A decisão deve levar em conta também a qualidade do produto, se está apto a ser usado, se tem procedência, tudo isso deve ser analisado”, ressaltou Salomão.

 

Aumento nos preços

 

Neste ano, a equipe do Procon Estadual pesquisou 249 itens de material escolar em 11 estabelecimentos comerciais especializados. Segundo o Procon, foi registrado aumento de 8,26% no preço do material escolar em relação ao ano passado. Em 2019, o preço médio dos produtos pesquisados ficou em R$ 9,30. Em 2018, havia sido de R$ 8,59.

 

Os locais visitados pela equipe do Procon Estadual foram Papelaria Franco, Livromat, Livraria Moderna, Microart, Shop Tudo, Suprimac e Zornimat localizadas na área central da  Capital e livrarias Lê,  Lusa, São Paulo e Cometa situadas  em bairros diversos de Campo Grande.

 

Confira a pesquisa completa clicando aqui, com a lista dos estabelecimentos nos quais foram encontrados os maiores e menores preços.