Pós-greve: criatividade e experiências para atender o consumidor, segundo a Fecomércio MS

Diante dos indicativos sobre impactos da greve dos caminhoneiros na economia, no consumo e na confiança dos empresários, é preciso estar atento ao comportamento do consumidor, usando de criatividade e proporcionando experiências. Essa é a conclusão de análise econômica feita pelo Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Fecomércio-MS, com base nos dados conjunturais do comércio de bens, serviços e turismo.

 

Além de pesquisas de intenção de consumo, endividamento e inadimplência e confiança do comerciante, desenvolvidas pela CNC, o estudo também leva em conta os resultados do comércio de maio (IBGE), além dos índices de inflação e sondagem com empresários locais.

 

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Reviva Campo Grande instala faixas de aviso de funcionamento do comércio na área central

As lojas do centro estão funcionando normalmente, mesmo com as obras de requalificação da Rua 14 de Julho. Para avisar a população que, mesmo com os trabalho nas ruas, os lojistas não fecharam as portas, a Engepar e a coordenação do Programa Reviva Campo Grande instalaram diversas faixas nos cruzamentos do quadrilátero central.

 

Nas esquinas, na Praça Ary Coelho, os motoristas e pedestres são informados e incentivados a consumir nas lojas do centro. As faixas de aviso fazem parte das medidas de mitigação adotadas pelo Programa e visam impulsionar as vendas dos comerciantes, diminuindo os impactos negativos.

 

Reviva Campo Grande

 

O Programa Reviva Campo Grande foi idealizado para reverter a ação de degradação e o fenômeno de esvaziamento do centro de Campo Grande. As obras garantirão melhor infraestrutura e valorização da região central, com investimentos em arborização, segurança, melhoria do tráfego e confortabilidade para usuários, sejam transeuntes ou motoristas. A revitalização fará com que a região se torne mais atrativa para novos investidores, residentes e comerciantes, além de resgatar a cultura, a preservação do patrimônio e o respeito com a história local.

Pequenos negócios: Feira do empreendedor em agosto vai capacitar sobre economia 4.0

Os micro e pequenos negócios representam 92% das empresas existentes em Mato Grosso do Sul, sendo parte fundamental da economia. Com o tema “Tecnologia inspira negócios”, a Feira do Empreendedor acontece de 16 a 18 de agosto em Campo Grande, com objetivo de capacitar empresários e principalmente, fomentar os pequenos negócios.

 

O Governo do Estado apoia o evento realizado pelo Sebrae e que vai reunir 30 segmentos de empresas em três dias de intenso aprendizado. A revolução da economia 4.0 será debatida em todos os setores, para que empresários possam enxergar seus negócios com outros olhos e adaptá-lo à realidade atual.

 

programação da Feira do Empreendedor reúne palestras e workshops para vários segmentos de negócios. O evento é gratuito. 

Exportação de suco de laranja registra alta de 29%, puxada pelos EUA, segundo dados da Secex

As exportações brasileiras de suco de laranja encerraram o ano safra 2017/2018 com alta de 29%. Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), compilados pela Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos (CitrusBR).

 

Entre os meses de julho de 2017 e junho de 2018, os volumes embarcados totalizaram 1.150.714 toneladas de suco de laranja concentradocongelado equivalente a 66 graus brix (FCOJ equivalente) ante 894.669 mil toneladas exportadas na safra 2016/17. A escala brix é utilizada na indústria de alimentos para medir a quantidade aproximada de açúcares em sucos de fruta, vinhos e na indústria de açúcar. Os dados são convertidos a 66 graus brix para permitir a comparação entre produtos diferentes.

 

Em faturamento, as exportações somaram um total de US$ 2,107 bilhões, crescimento de 30% em relação ao valor de US$ 1,62 bilhão registrado no mesmo período da safra anterior. “A conjuntura ajudou o setor, mas o aumento dos embarques para os EUA é um destaque”, diz o diretor-executivo da CitrusBR, Ibiapaba Netto.

 

Estados Unidos

 

Os embarques com destino aos EUA tiveram alta de 83% em relação à safra anterior. Segundo o diretor, dois fatores foram determinantes para o resultado.

 

“O primeiro deles é que o mercado americano sofreu com os efeitos do furacão Irma, que prejudicou a produção local. O segundo é que na safra anterior o Brasil exportou menos em função da restrição de oferta ocasionada pela safra 2016/17 que foi muito pequena”, diz Netto.

 

O volume representa o maior resultado da série histórica. Assim, os embarques para os Estados Unidos encerraram a safra em US$ 561,7 milhões, 77% a mais do que os US$ 317,5 milhões verificados na safra 2016/17.

 

Mas o resultado não deve se repetir na próxima safra, explica o diretor-executivo da CitrusBR. “Dificilmente esses dois fatores se repetem. Nesse ano já se sabe que é uma safra menor que a do ano passado, já teremos uma disponibilidade de frutas menor, e ao mesmo tempo nada garante que os Estados Unidos vão puxar com o mesmo volume do ano passado. Por essas razões não acreditamos que teremos o mesmo desempenho de aumento como aconteceu o ano passado”, afirmou.

 

Outros mercados

 

Os embarques para a União Europeia, principal mercado para as exportações de suco de laranja brasileiro, foram de 675.070 mil toneladas, 16% acima das 579.556 mil toneladas embarcadas no mesmo período da safra passada. O volume financeiro reportado pela Secex apresenta alta de 18%. No período, o total embarcado alcançou US$ 1,23 bilhão ante US$ 1,05 bilhão na safra anterior. “Mas se compararmos com a safra 2015/16 percebemos um recuo de 9,75% em volume, o que é preocupante”, diz Netto.

 

O Japão, principal destino da Ásia, manteve o crescimento nos embarques com um total de 54.635 toneladas, alta de 33% ante as 40.996 toneladas da safra anterior. O crescimento em valor foi de 52% com US$ 105,7 milhões. A China, por sua vez, observou aumento de 33% em volume de suco exportado com 39.372 toneladas e 46% de incremento em valor, totalizando US$ 79,9 milhões.

 

Problemas do setor

 

“Quanto mais longe formos na série histórica, mais severa será a queda nos volumes embarcados, o que significa que se por um lado temos que comemorar o bom desempenho do ano, não podemos perder de vista que muitos dos problemas estruturais que temos nesse setor ainda persistem”, avalia Netto.

 

Ele explica que a queda de consumo é um desses problemas. “O consumo mundial do suco de laranja caiu 18% nos últimos 14 anos, principalmente relacionado à competição com outras bebidas e também com a mudanças de hábito de consumo, como o café da manhã, que é a ocasião de consumo onde o suco de laranja está mais bem posicionado. O suco está perdendo espaço pois a cada dia as pessoas tomam menos café da manhã. Essas duas conjunturas formam um problema estrutural que é a queda de consumo que temos que enfrentar”.

 

Para tentar reverter o quadro, a entidade tem feito nos últimos dos anos uma campanha no continente europeu com investimento de US$7 milhões ao ano, diz Netto. Segundo ele, a campanha é de reposicionamento de suco de laranja em 14 mercados da Europa e visa falar com profissionais de saúde para levar informações sobre os benefícios do suco.

 

Fonte: Agência Brasil

Inadimplência atinge 63,6 milhões de consumidores no primeiro semestre, diz o SPC

A inadimplência em todo o país atingiu 63,6 milhões de consumidores – 42% da população adulta brasileira -, ao final do primeiro semestre deste ano, de acordo com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). O dado leva em conta brasileiros com o CPF restrito pelo atraso no pagamento de contas.

 

Em junho, houve crescimento de 4,07% na comparação com o mesmo período do ano passado – o último recuo da inadimplência foi registrado em novembro de 2017 (0,89%). Na comparação entre maio e junho, houve alta de 0,61%, a maior variação positiva desde março deste ano.

 

Por região, a Sudeste teve crescimento de 9,88% em junho frente ao mesmo período do ano passado. O Nordeste apresentou alta de 4,81% na quantidade de devedores. As variações também foram positivas no Centro-Oeste (2,82%), Sul (2,13%) e Norte (2,02%).

 

Os estados do Norte concentram, de forma proporcional, o maior número de brasileiros inadimplentes no país, 5,79 milhões de consumidores, que, juntos, somam 48% da população adulta residente. A segunda região com maior número relativo de devedores é o Nordeste, que conta com 17,61 milhões de negativados, ou 44% da população.

 

Faixa etária

 

No comparativo por faixa etária, houve queda da inadimplência entre a população mais jovem, mas o número de atrasos aumentou entre aqueles com idade mais elevada. Na faixa dos 18 aos 24 anos de idade, a queda foi de 23,31%, e na faixa dos 25 aos 29 anos, o recuo foi de 5,28%. O maior crescimento no atraso de contas foi observado na população idosa (65 aos 84 anos), com alta de 10,76%. Em seguida estão os consumidores de 50 a 64 anos (7,71%), de 40 a 49 anos (5,58%) e de 30 a 39 anos (2,04%).

 

As dívidas bancárias, como cartão de crédito, cheque especial, financiamentos e empréstimos, foram as que apresentaram a maior alta em junho, com crescimento de 7,62% na comparação com o mesmo mês de 2017. Em segundo lugar ficaram as contas básicas como água e luz, com alta de 6,69% nos atrasos. A inadimplência com contas de telefone, internet e TV por assinatura aumentaram 3,57%. As compras feitas no boleto ou crediário no comércio foi o único segmento a apresentar queda na quantidade de atrasos, com recuo de 9,24% em junho.

 

Mais da metade das dívidas pendentes de pessoas físicas, 51%, têm como credor algum banco ou instituição financeira. A segunda maior representatividade fica por conta do comércio, que concentra 18% do total de dívidas não pagas, seguido pelo setor de comunicação (14%). Os débitos com as empresas concessionárias de serviços básicos como água e luz representam 8% das dívidas não pagas no Brasil. Em média, cada inadimplente tem duas dívidas em aberto.

 

Fonte: Agência Brasil

Dólar começa a semana registrando pequena queda de 0,24%, cotado a R$ 3,8414 na venda

A moeda norte-americana começou a semana em pequena queda de 0,24%, cotada a R$ 3,8414 na venda. O Banco Central não anunciou leilão extraordinário de swaps cambial (venda futura do dólar).

 

O Ibovespa, índice da B3, bolsa de valores de São Paulo, abriu o primeiro pregão da semana oscilando com notícias do cenário externo, registrando alta de 0,06% com 76.639 pontos na abertura do mercado às 10h12, depois de registrar queda de 0, 15% logo na abertura às 10h05.

 

Os investidores seguem atentos à repercussão da reunião entre o presidente norte-americano, Donald Trump, e presidente russo, Vladimir Putin, e acompanham a queda no preço do petróleo no mercado externo.

 

Fonte: Agência Brasil

Petrobras reduz preço da gasolina nas refinarias em 1,75%; valor caiu de R$ 2,031 para R$ 1,997

A Petrobras reduziu neste sábado (14) novamente o preço da gasolina nas refinarias em 1,75%. O valor caiu de R$ 2,032 para R$ 1,997. Não houve alteração no preço do diesel, que está em R$ 2,031 e passou a ter outra política de reajuste após a greve nacional dos caminhoneiros.

 

A diminuição do preço da gasolina nas refinarias foi a quinta mudança nesta semana. Em julho, já foram 10 reajustes. No início do mês, dia 3, o preço às distribuidoras estava em R$ 1,985. Foi sendo alterado até chegar a R$ 2,032 ontem (13), quando foi reduzido para os patamares anunciados hoje.

 

Contudo, a redução dos preços nas refinarias não significa impacto direto nas bombas. Isso porque o preço é definido pelos proprietários dos postos a partir de vários elementos que fazem parte da composição dos preços do combustível.

 

Composição do preço

 

O preço dos combustíveis na bomba é formado por uma série de fatores. Postos compram de refinarias, como as da Petrobras, agregam impostos e contribuições (como a Cide, a Pis/Cofins e o ICMS) e incluem custos e margens de lucro. Além disso, entre a refinaria e a bomba há adição de etanol à gasolina e de biodiesel ao diesel.

 

A Petrobras justifica os reajustes pelo fato dos preços estarem vinculados ao mercado internacional. “A paridade é necessária porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência, dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos. Além disso, o preço considera uma margem que cobre os riscos (como volatilidade do câmbio e dos preços)”, justifica a empresa em informe institucional.

Indústrias vão trazer produtos inovadores à 7ª Feira de Calçados, Couros e Acessórios

A 7ª Feicc-MS (Feira de Calçados, Couros e Acessórios de Mato Grosso do Sul), que será realizada de 29 a 31 de julho de 2018, das 8 às 19 horas, no Centro de Convenções e Exposições Albano Franco, localizado na Avenida Mato Grosso, 5.000, Bairro Carandá Bosque, em Campo Grande (MS), trará produtos inovadores da coleção primavera-verão 2018/2019 da indústria calçadista nacional para mostrar aos lojistas sul-mato-grossenses.

 

No caso da Everlast, de acordo com o representante comercial Marcelo de Oliveira Adão, a grande novidade da marca para a coleção primavera-verão 2018/2019 é o tênis para a prática do crossfit, que é mais nova modalidade na prática de esportes e somente outras duas marcas produzem calçados com essa finalidade. “Tradicional no mundo das artes marciais, a Everlast agora vai concorrer com outras marcas gigantes nesse nicho de mercado. Estamos buscando o nosso espaço entre os praticantes dessa modalidade que tanto cresce ao redor do mundo”, destacou.

 

Marcelo Adão destaca que os modelos são o Everlast Climber e o WOD News, sendo oferecido em três cores masculinas e outras três femininas, todos de alta qualidade e com preço acessível. A Everlast também traz uma linha que surgiu entre a junção da Faith Co, DNA da marca, e a categoria Running, trazendo mais versatilidade para os produtos. “Trata-se do modelo Haze Ring, que vem com a proposta de promover mais estabilidade e conforto nos mais diversos exercícios. Para isso, tem duas versões: Haze Ring e Haze Low, cuja diferença é a altura do cano e o acabamento no colar do produto. Ambos os modelos foram customizados para promover respirabilidade para o pé do usuário e leveza para o produto”, pontuou.

 

Com duas fitas elásticas para promover mias sustentação e estabilidade, ambos os modelos vem acompanhados com as novas palmilhas da Everlast com a tecnologia PowerFon, que age nos pontos de pressão, além de possuir células de memória que voltam ao normal após o uso. “O modelo vem com o novo modelo de EVA da Everlast, muito mais leve, com 100% do solado contendo canais de flexibilidade, além de uma peça central emborrachada. O calce rápido é permitido pelos pares de puxadores, presente na língua e calcanhar do calçado, além do contraforte reforçado. O Haze Ring estará disponível no masculino e feminino em algumas cores, e o Haze Low apenas no feminino com diferentes cores e estampas”, completa o representante.

 

Ortopé

 

Já a Ortopé, de acordo com o representante comercial Laélcio Fernandes de Oliveira, traz inúmeros modelos com as principais tecnologias e benefícios dos produtos da marca, como o Ortoflex e a legítima palmilha anatômica (gravidade zero, confort e feetfree). “O tênis Ortopé Infantil é confeccionado em material sintético com detalhes em verde limão. O modelo possui luzinhas de led que acendem a cada pisada, com certeza as crianças vão arrasar por onde passam. Além disso, conta com fechamento por velcro que garante maior segurança e facilidade no calce, bem como a palmilha em EVA com tecnologia Gravidade Zero, que se ajusta aos pés, oferecendo conforto extra com muita maciez, além do tratamento especial que mantém a pele livre de fungos e bactérias”, detalhou.

 

Outro modelo é o tênis Ortopé LED Infantil, que é confeccionado em material têxtil com recortes em material sintético, sendo que o também modelo possui luzinhas de led que acendem a cada pisada e conta com fechamento por velcro que garante maior segurança e facilidade no calce. Possui palmilha em EVA, que se ajusta aos pés dos pequenos proporcionando maior conforto para curtirem os momentos de brincadeiras”, assegurou o representante comercial.

 

A Ortopé traz ainda o Letra LED, que tem um incrível painel de LED para a garotada escrever as frases e as palavras que quiserem em poucos cliques. “É possível escrever até 6 frases com 250 caracteres em cada pé. São opções de letras, números ou emojis. Possui palavras predefinidas, é só apertar o botão UP. O Ortopé Letra LED tem modelos em 7 cores diferentes e as letras do painel de LED vem em azul ou rosa. A bateria é recarregável em USB e você pode trocar as palavras sempre que quiser”, informou Laélcio Fernandes de Oliveira.

 

A feira

 

A 7ª Feicc-MS é realizada pelo Sindical/MS (Sindicato das Indústrias de Calçados de Mato Grosso do Sul) e os empresários Alan Augusto Brilhador, Laélcio Fernandes de Oliveira, Marcelo de Oliveira Adão, Francisco de Sales Garcia Borges, Enildo Aparecido da Silva, André Arruda e Reinaldo de Oliveira Ney. De acordo com o presidente do Sindical/MS, João Batista de Camargo Filho, a exemplo das edições anteriores, os lojistas terão condições especiais de pagamentos e descontos nos pedidos feitos durante os três dias do evento, sendo que serão 60 expositores apresentando e comercializando as novidades e tendências da moda calçadista, bolsas e acessórios de couro de mais de 170 marcas.

 

Ele reforça também que, focada no lançamento da coleção primavera-verão 2018/2019, essa edição do evento tem os patrocínios da Marfil Móveis, VitLog Transportes e Café 3 Corações e apoio do Senai, Sebrae/MS, Governo do Estado, Prefeitura de Campo Grande, Berthô Brasil e Mega Stands. Ainda de acordo com o presidente do Sindical/MS, a realização da 7ª edição é resultado do sucesso das seis primeiras edições. “Mais uma vez vamos realizar a Feira no Albano Franco, que já é um espaço conhecido pelos empresários de todo o Estado e, além de ser bem mais amplo e agradável, tem toda a infraestrutura necessária para receber os lojistas visitantes, bem como os expositores”, afirmou João Camargo, acrescentando que a expectativa é de receber 300 lojistas de todo o Estado e mais de 900 pessoas circulando no local durante os três dias da Feira de Calçados.

 

“O evento também vai contribuir com a divulgação das indústrias já instaladas no Estado e também as que estarão presentes na Feira, demonstrando todo o potencial da economia sul-mato-grossense”, estimou o empresário. Além de ser uma vitrine do segmento, a Feicc-MS tem a projeção de movimentar algo em torno de R$ 14,5 milhões nos três dias do evento. “Um valor superior aos R$ 12 milhões da 1ª edição, R$ 11,5 milhões da 2ª edição, R$ 10,9 milhões da 3ª edição, R$ 13,1 milhões da 4ª edição, R$ 13,2 milhões da 5ª edição e R$ 14 milhões da 6ª edição ”, garantiu o presidente do Sindical/MS.

 

Os lojistas interessados em participar podem obter mais informações pelo email sindicalms@fiems.com.br ou pelos telefones (67) 3324-1963 (Bárbara) (67) 99654-4793 (Camargo)

Greve dos caminhoneiros prejudica comércio varejista em maio, anuncia o IBGE

A greve dos caminhoneiros no final de maio teve um impacto negativo no desempenho do comércio varejista nacional. O volume de vendas teve uma queda de 0,6% de abril para maio. Setores como o de combustíveis e lubrificantes, com queda de 6,1%, sentiram bastante a paralisação.

 

“A queda de circulação do transporte de carga nas rodovias por conta da greve dos caminhoneiros trouxe impacto para as vendas no mês de maio, com impactos negativos para o varejo e o varejo ampliado. Esse evento da redução do abastecimento que aconteceu em maio atingiu todas as atividades. O segmento dos combustíveis, naturalmente uma atividade que tem relação com a própria questão da greve, mostrou uma queda forte”, explicou a pesquisadora do IBGE Isabella Nunes.

 

Outro setor que sentiu a greve foi o de móveis e eletrodomésticos, que teve uma queda de 2,7% no período. “Isso mostra o impacto da perda de estoque para as vendas, mas também uma perda em atraso das entregas e variação do frete, que acabam impactando nesse segmento”, disse Isabella.

 

O único setor com desempenho positivo de abril para maio foi o de supermercados e alimentos, com alta de 0,6%, o que evitou uma queda ainda maior do comércio varejista brasileiro como um todo.

 

Fonte: Agência Brasil