Brasil e Chile reforçam compromisso para viabilizar Corredor Bioceânico passando pelo Estado de Mato Grosso do Sul

Em visita oficial ao Chile, encerrada em 23 de março, o presidente Jair Bolsonaro assinou uma declaração conjunta com o presidente chileno, Sebastián Piñera, na qual reafirmam o compromisso dos dois países com a construção do Corredor que irá unir o Centro-Oeste do Brasil com os portos do Norte do Chile, passando pela ponte a ser construída entre o município sul-mato-grossense de Porto Murtinho e a cidade paraguaia de Carmelo Peralta, seguindo pelo Chaco paraguaio e o noroeste argentino.

 

Na declaração, os presidentes reconhecem os avanços registrados na implementação do projeto e os benefícios que essa iniciativa trará às populações, comunidades, cidades, estados, províncias e regiões que atravessa. O presidente chileno saudou a decisão do Brasil e do Paraguai de conferir prioridade à construção da ponte entre Porto Murtinho e Carmelo Peralta, obra fundamental para o projeto do Corredor.

 

“Nós aguardávamos com ansiedade esse posicionamento do governo chileno com relação ao corredor rodoviário que irá passar por Porto Murtinho. O compromisso para viabilizar essa rota, reafirmado pelos dois governos, é fundamental para o Mato Grosso do Sul, pois ocorre no momento em que foram iniciados os trabalhos entre o Brasil e a Itaipu-Paraguai, com a definição do local onde será construída a ponte sobre o Rio Paraguai”, comenta o secretário Jaime Verruck, da Semagro (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar).

 

Ainda segundo a declaração assinada pelos presidentes Jair Bolsonaro e Sebastián Piñera, Brasil e Chile comprometem-se a impulsionar o aperfeiçoamento da integração econômica, com vistas a estabelecer uma área de livre comércio de nova geração entre os Estados-partes do Mercosul e os países-membros da Aliança do Pacífico, e celebram o marco da conclusão, em primeiro de janeiro de 2019, do cronograma de liberalização dos acordos comerciais assinados pelo Mercosul com seus Estados associados. “Para se viabilizar como alternativa competitiva para o escoamento de produtos é necessária essa integração para dar celeridade e segurança nos trâmites alfandegários”, afirmou o titular da Semagro.

 

Obra da ponte começa em fevereiro de 2020

 

A construção da ponte que irá ligar Porto Murtinho ao município paraguaio de Carmelo Peralta será iniciada em fevereiro de 2020, conforme em 19 de março, após visita técnica ao ponto do rio Paraguai, onde será feita a obra. Na oportunidade, o secretário Jaime Verruck afirmou que essa “é um grande passo para a estruturação logística e a integração econômica de Mato Grosso do Sul e torna realidade o sonho de muitas pessoas que pensaram e discutiram a concretização de uma rota bioceânica”.

 

A ponte concretiza o projeto da Rota de Integração Latino-Americana (RILA). “Nossos esforços serão concentrados para concluir todos os projetos e trâmites burocráticos em 12 meses, de modo que a obra seja iniciada”, concluiu o secretário. Segundo a diretoria da Itaipu no Paraguai, a pretensão é inaugurar a ponte em agosto de 2023.

 

Equipe do Departamento de Agricultura dos EUA virá ao Brasil em junho para inspecionar frigoríficos

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) deverá enviar uma equipe ao Brasil para fazer a inspeção sanitária em frigoríficos que abatem carne bovina e suína entre os dias 10 e 28 de junho.

 

A inspeção, comum entre outros importadores, é necessária para que o mercado norte-americano volte a comprar carne in natura do Brasil. A vinda dos técnicos do USDA foi prevista durante a visita oficial do governo brasileiro aos Estados Unidos, e combinada entre a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e o secretário de Agricultura norte-americano, Sonny Perdue.

 

“Este é um passo importante para que possamos a voltar a exportar, num futuro próximo, carne in natura para os EUA”, comentou Tereza Cristina, em nota divulgada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

 

Segundo a ministra, “tudo ocorreu conforme o acordado com o senhor Perdue. Houve boa vontade dos Estados Unidos e alcançamos o objetivo de nossa viagem”.

 

Além do interesse dos brasileiros em voltarem a vender carne bovina para os Estados Unidos, os norte-americanos têm interesse em vender carne suína para o Brasil.

 

Fonte:Agência Brasil

Senai disponibiliza simulador de energia fotovoltaica que informa custos

Com o aumento significativo nas contas de energia devido ao aumento do consumo e à crise hídrica que o Brasil vive, tem crescido o interesse de diversos setores para novas fontes de energia, entre elas a energia solar. Atento a essa demanda, o Senai de Mato Grosso do Sul disponibiliza um simulador de energia fotovoltaica pelo link http://www.simuladorsenai.com.br/para que os interessados possam se informar sobre os custos e vantagens do investimento.

 

Segundo o gerente do Senai Empresa, Thales Saad, por meio de um questionário simples, é possível identificar a potência do sistema fotovoltaico que deve ser instalado, bem como a produção mensal, a quantidade de placas e qual o valor de investimento. “Além disso, o próprio relatório gerado informa benefícios, como a facilidade de pagar o investimento por meio da economia realizada na conta de energia, a proteção da conta contra aumentos na tarifa energética, valorização do imóvel, além do compromisso com o meio ambiente”, afirmou.

 

Ele acrescentou que ainda apesar do interesse crescente por fontes de energia renovável, ainda existe muita desinformação sobre o assunto. “As pessoas ainda ficam receosas em fazer um investimento alto e não sabem que ele pode ser pago em poucos anos. Então esse simulador é bacana para disponibilizar essas informações de forma fácil e rápida para quem tenha interesse”, completou.

 

Ainda conforme Thales Saad, o Senai Empresa ajuda o interessado a gerar sua própria energia elétrica com a instalação de placas fotovoltaicas. “Além da simulação da planta de geração necessária para suprir a demanda por energia elétrica da unidade consumidora entre o portfólio das energias renováveis, elaboramos o anteprojeto e consultamos preço com 33 empresas parceiras para implementação dos sistemas de geração. Isso sem falar que temos os melhores preços e condições comerciais”, destacou.

 

Para ele, a experiência do Senai Empresa nessa linha de ajuda tem garantido grande satisfação dos consumidores de energia elétrica. “Ao invés de se aborrecerem ao receberem a conta de luz, eles passaram a comemorar a economia obtida após implantarem o sistema próprio de geração de energia elétrica, utilizando como matéria prima a luz solar”, concluiu.

 

Mais informações pelo telefone 0800 7070 745

Estado adota medidas para Porto Murtinho ser maior polo exportador

Um dos últimos municípios do Estado a ter o acesso pavimentado – em 2003 foi inaugurado o trecho final de asfalto da BR-267, de 213 km -, Porto Murtinho rompe o isolamento histórico para se tornar um dos principais entrepostos comerciais de Mato Grosso do Sul. Ao promover o fomento ao transporte fluvial, como estratégia para escoamento de grãos, o Governo do Estado transformou Murtinho no caminho natural para se chegar ao mercado mundial.

 

O extremo sudoeste, na fronteira com o Paraguai, saiu da condição de fim de linha para centro de uma rota rodo-fluvial que barateia os custos e potencializa a produção primária de Mato Grosso do Sul no competitivo centro consumidor da Europa e Ásia. Porto Murtinho terá, em breve, quatro portos operando na Hidrovia do Paraguai e, em 2023, será o eixo do corredor bioceânico (Atlântico-Pacífico) por rodovia, com a construção da ponte sobre o Rio Paraguai.

 

O prefeito da cidade, Derley Delevatti (PSDB), acredita em uma transformação sem precedentes em sua região a médio prazo, beneficiando principalmente a população com a geração de empregos – o fechamento do frigorífico local desempregou centenas de trabalhadores. “O complexo portuário será a nossa redenção”, diz. Delevatti pretende reduzir o ISS (Imposto Sobre Serviços) de 5% para 2% para atrair novos investidores.

 

Prefeito de Porto Murtinho: diversificação da economia vai gerar mais empregos.

Murtinho é o caminho

Ao retomar o transporte fluvial como estratégia para eliminar os gargalos em logística, o Governo do Estado criou em 2015 o Programa de Estímulo à Exportação ou Importação (Proeip), retirando a obrigatoriedade da paridade de exportação para grãos, isentando-a, na prática, de tarifa. O incentivo fiscal turbinou o escoamento do grão pelo rio e viabilizou o terminal portuário de Murtinho, fechado há dez anos por demandas jurídicas e abandono.

 

“Isso demonstra que a estratégia deu certo e nossos produtos hoje são competitivos lá fora”, afirmou Jaime Verruck, secretário estadual de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar. “O Governo do Estado apostou em uma política de transporte que mudou a realidade da região. Porto Murtinho hoje atrai novos investimentos em portos e se prepara para se transformar em um grande polo exportador”, acrescentou.

 

O impulso econômico ao município e o cenário favorável ao agronegócio confirmaram uma tendência mundial: a hidrovia barateia o custo Brasil. A atratividade do Rio Paraguai para os grãos gerou um ganho aos produtores rural. “A saída via Porto Murtinho permite que as empresas de trade paguem hoje até R$ 2,00 a mais por saca em função da redução desse custo logístico. A ideia sempre foi essa e Porto Murtinho nos mostrou isso”, avaliou Verruck.

 

Jaime Verruck, da Semagro: governo mudou a realidade da região e a perspectiva de investimentos

 

Aumento das exportações

 

Historicamente voltado para o transporte de minérios, via Corumbá e Ladário, a rota fluvial se tornou vital para as tradings que originam grãos em polos de Mato Grosso do Sul. O incremento às exportações de commodities, com a chegada de novos empreendedores em Murtinho, projeta o dobro de cargas saindo pelo rio em 2020 – 1,5 milhão de toneladas -, com perspectivas de quadruplicar esse volume em três anos e importar insumos e combustíveis.

 

Em 2018, a hidrovia escoou 10% (600 mil toneladas) da safra de soja do Estado. O operador do terminal de Porto Murtinho, o grupo argentino Vicentin, parceiro da Glencore no Paraguai e na Argentina, exportou 460 mil toneladas até o porto de Rosário (Argentina), onde tem uma fábrica de esmagamento de soja. Outras 150 mil toneladas foram escoadas pelo porto da Granel Química, em Ladário. Para 2019, estão contratados mais de 1 milhão de toneladas.

 

As exportações de commodities pelo rio para o próximo ano terão um incremento expressivo com a entrada em operação, em fevereiro, do porto graneleiro do grupo FV Cereais, com sede em Dourados. O grupo adquiriu uma área fora dos limites do dique de proteção contra enchentes, que circunda Murtinho, e já prepara o terreno para sua construção, com investimento inicial de R$ 50 milhões. O porto terá capacidade de estocagem de 30 mil toneladas.

 

Incentivos fiscais: Estado reabriu o terminal portuário, atraindo grãos da região Sul e cargas para a Bolívia

 

Mercado atrai investidores

 

“O porto de Murtinho é totalmente viável, abriu uma nova oportunidade de negócios”, afirmou Rúbia Cynara Kuhn, diretora da FV Cereais. “Com o novo porto, temos a perspectiva também de importar fertilizantes da Argentina”, explicou. Segundo ela, o uso da hidrovia elevou o custo-benefício em até R$ 3,50 por saca. “Deixando a soja na indústria ou em Paranaguá (Rio Paraná), o produtor tinha um decréscimo de R$ 1,50 por saca”, finalizou.

 

A atratividade da hidrovia despertou interesse de outros operadores. A Vicentin projeta ampliar o terminal local, que atingiu sua capacidade máxima, e já trabalha uma projeção de exportar 600 mil toneladas de grãos em 2019. Os grupos argentinos AGD e PTP Group adquiriram áreas próximas ao terminal e um terceiro formalizou interesse em se instalar, com foco na importação de fertilizantes. Somente o PTP Group investirá US$ 76 milhões.

 

A integração econômica de Mato Grosso do Sul com o mercado latino pelo modal de transporte passa a ser viável também por outro prisma: a Argentina desponta como o maior parceiro comercial do Brasil, depois da China. Somente a FV Cereais, que opera com sete armazéns no Estado, exportou 125 mil toneladas de grãos em 2018 para o país. Tem contratos de 180 mil toneladas até maio, com estimativa de chegar a 250 mil toneladas esse ano.

Poupador prejudicado por planos econômicos custa a receber o dinheiro, diz o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor

Após pouco mais de ano da homologação pelo Supremo Tribunal Federal (STF) do Acordo de Planos Econômicos, muitos poupadores ainda não conseguiram receber a restituição, segundo o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).

 

De acordo a entidade, os poupadores alegam que a plataforma não funciona adequadamente e os bancos não adotam iniciativas para o cumprimento do acordo.

 

Entre os bancos notificados pelo Idec estão Banco do Brasil, Banco Safra, Bradesco e Santander, que não realizaram nenhum pagamento a associados do Idec.

 

Até o momento, o Banco Itaú restituiu valores de 27% dos associados e, em breve, serão realizados os pagamentos de 40% dos associados clientes da Caixa Econômica Federal, informou o Idec.

 

Segundo o advogado Walter Moura, do Idec, há bancos que não liberam o pagamento, nem dão retorno aos clientes sobre as causas da demora. Segundo ele, somente no caso do Banco do Brasil, há 2 mil idosos associados ao Idec que ainda não receberam.

 

“Um ano depois da homologação, tem banco que não pagou nada. Tem poupador que morreu nesse período”, disse.

 

Caso pode parar na AGU

 

Moura afirmou que foi feita reunião com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) para tentar encontrar solução para o problema. Segundo ele, se até o fim do mês não houver solução, o Idec deve registrar reclamação na Advocacia-Geral da União (AGU), no Banco Central e no STF.

 

Procurados, Banco do Brasil, Banco Safra, Bradesco e Santander disseram que não comentariam o assunto e que a porta-voz dos bancos seria a Febraban.

 

A federação, por sua vez, disse que “os bancos têm trabalhado unidos e em associação com a Frente Brasileira Pelos Poupadores (Febrapo) e o Idec, no interesse comum de melhorar seu funcionamento” da Plataforma do Acordo dos Planos Econômicos, lançada em maio de 2018, para liberar os pagamentos.

 

“O portal já recebeu 25 melhorias, que simplificaram procedimentos e tornaram o sistema mais amigável aos usuários. Restam apenas exigências indispensáveis para a efetivação dos acordos, como dados dos poupadores, dos seus advogados e dos processos, além da assinatura com certificado digital do advogado – necessária para evitar fraudes e pagamentos indevidos”, disse a Febraban, em nota.

 

Até o último dia 19, foram realizados 143.101 cadastramentos no portal e 26.372 poupadores receberam total ou parcialmente os valores, informou a Febraban. Outros 10 mil poupadores receberam o valor do acordo por meio de mutirões presenciais.

 

Mutirões para assinatura de acordos

 

Desde outubro de 2018, diz a Febraban, os bancos têm realizado, com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), mutirões para assinatura de acordos em São Paulo e têm programados eventos semelhantes, a partir de abril, em Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Espirito Santo e Minas Gerais. A federação acrescentou que já foram iniciados entendimentos para marcar mutirões em outros estados.

 

“As reclamações sobre o funcionamento do portal e o atendimento das adesões realizadas estão sendo respondidas pontualmente pela empresa que gerencia o portal, pela Febraban e pelos bancos. Nenhum pedido fica sem resposta ou solução”, garante a Febraban.

 

O Acordo dos Planos Econômicos prevê o ressarcimento de poupadores prejudicados pelos Plano Bresser, Verão ou Collor II que ingressaram na Justiça com ações individuais ou que executaram sentenças de ações civis públicas ou coletivas.

 

Em 11 de dezembro de 2017, o Idec, a Febrapo e a Febraban chegaram a um acordo, mediado pela AGU. Em 1º de março de 2018, o acordo foi homologado pelo Supremo Tribunal Federal e começou a valer em 12 de março, quando a decisão foi publicada.

 

Fonte: Agência Brasil

Brasil exportará gado vivo para o Cazaquistão; Certificado Zoosanitário foi assinado no Ministério da Agricultura

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) assinou, na sexta-feira (22), Certificado Zoossanitário com o Cazaquistão para que o Brasil exporte gado vivo ao país. O documento foi assinado pelo secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, José Guilherme Leal e pela vice-ministra de Agricultura do Cazaquistão, Gulmira Isayeva.

 

“Esse acordo representa mais uma abertura de mercado para a exportação de gado brasileiro. É um reconhecimento do alto padrão genético do Brasil”, comentou o secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, José Guilherme Leal.

 

O encontro aconteceu na Secretaria de Defesa Agropecuária com a participação de representantes da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais, que receberam a comitiva da República do Cazaquistão para negociar os requisitos zoossanitários previstos para a exportação de bovinos vivos.

 

“Para o nosso país é muito importante desenvolver a cooperação com o Brasil na área agropecuária. A assinatura abre caminho para cooperação no comércio entre os países”, afirmou a vice-ministra de Agricultura do Cazaquistão, Gulmira Isayeva.

 

Secretário José Guilherme e vice-ministra do Cazaquistão assinam documento que permite a exportação

Mais de 100 mil pessoas em MS têm direito ao desconto na conta de energia

Em Mato Grosso do Sul mais de 150 mil pessoas têm direito ao desconto na conta de energia elétrica. Essas pessoas fazem parte de um grupo que recebe o Benefício de Prestação Continuada, o BPC.

 

O desconto na conta de luz varia de acordo com o consumo mensal de cada família, sendo de 10% a 65%, até o limite de 220kWh. O direito ao desconto é assegurado pela Lei Federal nº 12.212/2010.

 

O BPC é um benefício da Política de Assistência Social, que integra a Proteção Social Básica no âmbito do Sistema Único de Assistência Social (Suas) e para acessá-lo não é necessário ter contribuído com a Previdência Social. É um benefício individual, não vitalício e intransferível, que consiste no pagamento de um salário mínimo ao beneficiário, conforme enquadramento previsto em lei específica.

 

O desconto é concedido em cada faixa de consumo de energia:

 

CONSUMO MENSAL PERCENTUAL DE DESCONTO
Até 30 kWh 65%
De 31 kWh a 100 kWh 40%
De 101 kWh a 220 kWh 10%

Como solicitar a Tarifa Social de Energia Elétrica – TSEE?

O beneficiário do BPC ou um dos integrantes de sua família deve procurar a companhia de energia elétrica local que atende a sua residência e fornecer as seguintes informações:

  • Nome do beneficiário;

  • Número do Benefício (NB);

  • Cadastro de Pessoa Física (CPF) e Carteira de Identidade, ou outro documento de identificação oficial com foto;

  • Código da unidade consumidora a ser beneficiada, constante na conta de luz.

 

Em situações mais específicas outras informações podem ser solicitadas ao beneficiário, como em casos de famílias de pessoa com deficiência. A documentação para todos os casos pode ser conferida neste link.

 

Vale lembrar que o beneficiário terá direito à TSEE em apenas uma residência, seja ela própria ou alugada. As famílias inscritas no Cadastro Único com dados atualizados e renda familiar mensal por pessoa de até meio salário mínimo também podem solicitar o desconto na conta de luz, independentemente se são beneficiárias do BPC ou não.

IST Alimentos e Bebidas recebe certificação Green Belt e amplia atuação

Equipe do IST Alimentos e Bebidas (Instituto Senai de Tecnologia em Alimentos e Bebidas), localizado em Dourados (MS), recebeu certificação Lean Six Sigma Green Belt, que têm como objetivo capacitar gestores para tornar as organizações mais eficientes em todos os seus processos. A ferramenta, que trabalha com melhorias contínuas dentro da empresa por meio de dados e informações com a aplicação de técnicas estruturadas para a resolução de problemas, permitirá que o Instituto amplie o portfólio de serviços e atuação nas empresas.

 

Na avaliação do gerente do Senai de Dourados, Gilberto Evidio Schaedler, a certificação do IST Alimentos e Bebidas representa mais uma conquista da instituição para melhor atender as indústrias do Estado. “Conseguir certificar a equipe do IST no Green Belt, demonstra que o Senai está no caminho certo para atender as necessidades das indústrias de Mato Grosso do Sul, fortalecendo o setor, que pode trabalhar com de forma mais eficiente, com menos desperdícios e conseguindo excelentes resultados”, afirmou.

 

Segundo o supervisor de consultoria do IST Alimentos e Bebidas, Lucas Alves Gomes, a partir de agora o Instituto poderá atuar em médias e grandes empresas com projetos estratégicos de melhoria contínua dentro da área de atuação, conseguindo obter resultados financeiros significantes. “Atualmente já trabalhamos com Lean Manufacturing e o Green Belt vem para complementar nossos serviços”, ressaltou.

 

Green Belt

 

O Green Belt é a certificação intermediária do Lean Six Sigma, que abrange conceitos do Lean e do Six Sigma para se tornar a mais eficiente metodologia de otimização de processos da atualidade. Essa certificação te capacitará para analisar dados de forma bastante avançada, bem como usar essas análises para gerar resultados em sua organização.

 

O Lean Six Sigma está focado na otimização de processos, redução de variação, redução de tempo de ciclo e remoção de trabalho sem valor agregado, o que pode oferecer melhorias significativas e simultaneamente mudar a cultura da organização, para se tornar mais analítica, consistente e orientada por dados.

 

 

As indústrias interessadas em solicitar serviços do IST Alimentos e Bebidas podem ligar para os telefones (67) 3425-5090 ou 3411-2624 ou ainda enviar e-mail para atendimentolabalimentos@ms.senai.br

Caixa Econômica Federal está oferecendo linha de crédito e clientes já podem antecipar o Imposto de Renda 2018/2019

A Caixa Econômica Federal já oferece uma linha de crédito que permite a antecipação da restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2018/2019. Omissão pode ser subscrito por um sócio-passivo que recebe um parecer da Receita Federal e indica uma Caixa como instituição financeira para receber uma restituição do imposto. Uma declaração deve ser feita até 30 de abril.

 

A linha de credito tem taxa de juros a partir de 2,10% ao mês. O valor liberado já está previsto para o desconto dos juros, que são cobrados na liquidação do empréstimo. O pagamento é debitado em conta corrente, no momento em que for creditada uma restituição, ou no dia 30 de dezembro de 2019.

 

O limite de crédito é disponibilizado para o cálculo do IRPF 2018/2019. Caso o valor seja superior ao valor da operação, a diferença permanece na conta do cliente, sendo debitado apenas o valor contratado.

 

Para o vice-presidente de Produtos de Varejo da CAIXA, Julio Volpp, o produto tem uma das melhores taxas do mercado. “A linha de crédito é uma excelente opção para os clientes que precisam de uma resposta imediata a qualquer questão, como é o caso de uma viagem ou mesmo para deixar alguma dívida”, comenta.

 

Fonte: CEF

Foto: Diego Dantas