Câmara dos Dirigentes Lojistas cria grupo para buscar soluções à segurança no centro da cidade

Diante da onda de arrombamentos e furtos que vem acontecendo na região central da capital, a Câmara de Dirigentes Lojistas de Campo Grande – CDL CG criou um grupo de trabalho formado por representantes da entidade, lojistas, Conselho Comunitário de Segurança da Área Central, Polícias Civil e Militar, Guarda Civil Municipal, além do Subsecretário de Governo, Luciano Silva Martins e do Secretário Municipal de Segurança, Valério Azambuja.

 

O objetivo do grupo é criar e colocar em ação estratégias para acabar com os furtos e arrombamentos que vem acontecendo com grande frequência na região central da capital. O presidente da CDL CG, Adelaido Vila, destacou que algumas ações já vêm acontecendo, mas é preciso um somatório de forças para que tenham mais efetividade. “Nós da CDL CG, junto com o Conselho De Segurança, temos realizado algumas ações, as polícias e as guarda municipal também têm atuado na área, mas ainda não tem sido o suficiente, é preciso juntemos as forças para que encontremos uma solução definitiva”, frisou Adelaido.

 

Os delegados da Polícia Civil, Claudio Zouto, Mario Queiroz e Daniela Kades, foram unanimes em dizer que as polícias estão trabalhando, fazendo prisões, mas que é preciso que as vítimas registrem a ocorrência e tomem alguns procedimentos para que sejam recolhidas provas suficientes para processar os acusados e mantê-los presos. Ficou decidido na reunião que será preparado um material com orientações para os lojistas.

 

O tenente-coronel PM Claudemir de Melo Domingos foi enfático em dizer que a ação da Polícia Militar tem sido eficiente, com várias prisões e o serviço de inteligência da PM e que todo o efetivo do 1º Batalhão está a postos para o trabalho na região.

 

Os representantes do Conselho de Segurança falaram sobre as ações realizadas junto às pessoas em situação de rua, que já estão tendo resultado, como o encaminhamento para clínicas de reabilitação e também para postos de trabalho, além do envio para a cidade natal, conforme o desejo da pessoa.

 

Já o representante da secretaria municipal de Governo se comprometeu em marcar junto às secretarias de Assistência Social e Saúde reuniões para que mais setores estejam envolvidos e encaminhar os pedidos de melhorias na infraestrutura, como iluminação público, à secretaria de Obras.

 

Valério Azambuja, secretário de segurança de Campo Grande, se comprometeu em colocar mais efetivo da Guarda Municipal para ajudar nas ações coordenadas que acontecerão na região.

 

Cidadão Integrado

 

A CDL CG apresentou aos participantes o projeto Cidadão Integrado, que foi buscar a tecnologia usada em Nova Iorque e São Paulo para oferecer uma opção de segurança a seus associados e população em geral, por meio de uma solução eficiente e de baixo custo, utilizando o videomonitoramento.

 

O projeto pretende integrar as câmeras privadas com forças de segurança pública, promovendo o acesso a imagens em tempo real, de Campo Grande, sem a necessidade de equipamentos para armazenamento das imagens.

 

Os documentos de referência para o convênio já estão sendo preparados e a CDL CG já está divulgando o Cidadão Integrado para os associados e parceiros integradores, para que mais câmeras sejam inseridas no projeto.

 

Ação coordenada

 

Ficou decidido na reunião que a CDL CG irá até o Tribunal de Justiça e Ministério Público para levar as demandas da área e buscar apoio. Também serão realizadas novas ações, integrando todos os participantes do grupo de trabalho.

Apenas quatro bancos concentram 78,5% do mercado de crédito no país, segundo o BC

s quatro maiores bancos do país – Itaú-Unibanco, Bradesco, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal – concentraram 78,51% do mercado de crédito em 2017. Essas instituições também foram responsáveis por 76,35% dos depósitos dos correntistas. Os dados são do Relatório de Estabilidade Financeira, divulgado na terça-feira  (17) pelo Banco Central (BC).

 

De acordo com os dados, a concentração bancária vem crescendo no país. Em dezembro de 2007, os quatro bancos eram responsáveis por 54,68% do crédito e 59,34% dos depósitos.

 

Perguntado se a concentração bancária dificulta a queda dos juros, o diretor de Fiscalização do BC, Paulo Souza, afirmou que a autoridade monetária tem adotado medidas para reduzir o custo do crédito. Ele afirmou que o spread – diferença entre a taxa de captação do dinheiro pelos bancos e a cobrada dos clientes – está em queda, mas o BC trabalha para que a velocidade dessa redução seja maior.

 

Entre as medidas, citou a reforma trabalhista como forma de reduzir custos para as instituições financeiras. Para Souza, é preciso também que sejam aprovadas as mudanças no cadastro positivo (inclusão automática dos bons pagadores) e a criação do registro eletrônico de duplicatas, em tramitação no Congresso Nacional.

 

Souza também citou a redução da taxa básica de juros, a Selic, o que diminuiu o custo de captação do dinheiro pelos bancos, e mudanças nos depósitos compulsórios (recursos que os bancos são obrigados a recolher ao BC). “Uma série medidas que juntas vão colaborar para essa redução [dos juros]”, disse.

 

No último dia 10, o presidente do BC, Ilan Goldfajn, afirmou que não está satisfeito com o ritmo de queda dos juros no país. Ele disse que o assunto é da maior importância para o BC. “O objetivo é atacar, de forma estrutural, não voluntariosa, todas as causas que tornam o custo de crédito alto no Brasil”, acrescentou, em audiência pública no Senado.

 

Fonte: Agência Brasil

Agepan participa de encontro nacional de treinamento e inovação em fiscalização de energia

A partir desta quarta até sexta-feira (18 a 20.4) a equipe de fiscalização de energia elétrica da Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Mato Grosso do Sul (Agepan) participa do V Encontro Nacional dos Fiscais da Distribuição (Enafid). O Encontro é sediado pela Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Estado do Ceará (Arce), em Fortaleza (CE).

 

O evento, que ocorre anualmente, reúne as Agências Estaduais com as quais a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) mantém convênio de descentralização de atividades de fiscalização em seus respectivos estados, por meio de delegação. Atualmente, são oito: Arce (Ceará), Agergs (Rio Grande do Sul), Arsesp (São Paulo), AGR (Goiás), ARPB (Paraíba), Arpe (Pernambuco), Ager (Mato Grosso), além da Agepan.

 

Por meio desse convênio, Mato Grosso do Sul representado pela Agepan, fiscaliza os serviços das distribuidoras Energisa MS, que leva energia a aproximadamente um milhão de unidades consumidoras em 73 municípios, e Elektro, responsável pelo atendimento a cinco municípios.

 

O encontro anual dos profissionais que realizam esse trabalho tem como objetivo o treinamento das equipes de fiscalização, padronização de procedimentos da Aneel a todas as agências, atualização das inovações tecnológicas e nos regulamentos emanados pela Agência Nacional de forma a assegurar a adequada prestação de serviço aos consumidores.

 

Estarão no V Enafid os engenheiros eletricistas da Câmara Técnica de Energia, unidade da Diretoria de Energia, Gás e Aquário, Paulo César Franchin e Paulo Patrício da Silva (coordenador).

Brasil vai iniciar exportação de carne para Indonésia e Coreia do Sul, informa ministro

O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, informou nesta terça-feira (17) que estão em fase final as negociações para início das exportações de carne bovina para a Indonésia.

 

Uma missão técnica do país chegou na segunda-feira (16) ao Brasil e deverá visitar frigoríficos em diversos estados. Em seguida, serão acertados detalhes do Certificado Sanitário Internacional (CSI) que viabiliza os embarques do produto.

 

A Coreia do Sul também foi anunciada pelo ministro como outro novo mercado que se abrirá para o Brasil nos próximos dias. Os coreanos vão iniciar a importação da carne suína brasileira, fornecida pelo estado de Santa Catarina, por ser área livre da febre aftosa sem vacinação. As tratativas estão em fase de conclusão.

 

China e Rússia

 

Ainda de acordo com o ministro, em maio está prevista a vinda da “tão esperada missão da China”, para tratar da ampliação do número de plantas frigoríficas autorizadas a embarcar todos os tipos de carne (bovina, suínas e aves).

 

Também está em fase final a negociação para a reabertura do mercado da Rússia à carne suína brasileira. Blairo Maggi já enviou carta às autoridades sanitárias do país informando as medidas sanitárias adotadas pelo Brasil. As exportações para a Rússia foram suspensas em dezembro de 2017, sob a alegação de presença de ractopamina em cortes suínos. Uma reunião entre autoridades russas e brasileiras, para discutir o assunto, está marcada para o próximo dia 24 de abril.

 

Fonte: Agência Brasil

Mato Grosso do Sul apresenta maior produção de mel do Brasil e registra 52 quilos por colmeia

Mato Grosso do Sul tem a maior produção de mel por colmeia do Brasil. Enquanto a média brasileira é de 18 quilos ao ano, o estado produz 52 quilos, ou seja, três vezes mais que o número nacional. O dado é da Federação de Apicultura e Meliponicultura de MS e faz parte de um estudo realizado pelo Sistema Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul)

 

Naturalmente doce, a matéria-prima é altamente nutritivo e o potencial produtivo coloca o Estado em patamar de destaque. Para a médica veterinária e analista técnica do Sistema Famasul, Fernanda Oliveira, as características regionais potencializam a produção no estado. “Temos ambiente e espaço adequados – áreas de matas e cerrado, clima ideal e diferentes tipos de florada”, explica.

 

De acordo com o último levantamento do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o estado ocupa a 10ª posição do ranking de produção do país, com mais de 835 mil quilos de mel por ano. Em cinco anos a produção cresceu 21,6%.

 

São quase 30 mil apiários espalhados por todo o estado sendo que os municípios que mais produzem o alimento são Três Lagoas, Jardim e Chapadão do Sul. “Estamos falando de uma cadeia que exige organização na produção e na comercialização. É preciso ter gestão do apiário, boas práticas e escala de produção”, complementa.

 

As propriedades medicinais e ação antibacteriana presentes no mel estão entre os atrativos na comercialização deste produto. De acordo com um levantamento feito pela federação, 80% do mel produzido em Mato Grosso do Sul é vendido para outros estados. “Nas outras unidades federativas, a mel é processado. Uma parte retorna embalado e a outra segue para exportação”.

 

Fonte: Famasul

Foto: João Carlos Castros

Mais de 4,6 mil empresas emitiram 87 milhões de notas fiscal do consumidor eletrônica em MS

Considerada uma inovação tecnológica, a Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica (NFC-e) já é realidade para 4.637 estabelecimentos comerciais nos 79 municípios do Mato Grosso do Sul. Desde o início da implantação do novo sistema, em agosto de 2016 até o dia 27 de março de 2018, já foram emitidas mais de 87 milhões de NFC-e, sendo que atualmente são autorizadas uma média de 350 mil por dia.

 

A emissão do documento fiscal é realizada em diversos locais como supermercados, magazines, lojas de cosméticos, roupas, sapatos, brinquedos, farmácias, mercearias, padarias, restaurantes, entre diversos outros estabelecimentos. Na prática, a NFC-e vem em substituição à Nota Fiscal de Venda ao Consumidor e ao Cupom Fiscal.

 

De acordo com o gestor da NFC-e, auditor fiscal da Receita Estadual, Edson Ochigame, somente na última faixa de empresas que passaram a emitir obrigatoriamente a nota eletrônica, ingressaram 1.559 estabelecimentos. Ochigame reforça que no MS ainda é possível emitir cupom fiscal não eletrônico até 1º de setembro de 2018, mas o processo de migração já é obrigatório para empresas com faixas de faturamento determinado.

 

“Essa nova faixa de faturamento – entre R$ 600 mil e R$ 1,8 milhão em receita bruta em 2017 – está obrigada, conforme o cronograma de implantação, desde o dia 1º de março a autorizar a venda por meio online. Em 1º de setembro de 2018 serão obrigados os estabelecimentos com receita bruta entre R$ 180 mil e R$ 600 mil e, finalmente, em 1º de março de 2019 aqueles com receita bruta anual entre R$ 81 mil e R$ 180 mil”, explica.

 

Emissões

Imagem: Reprodução/Sefaz-MS

 

Enquanto em janeiro de 2017 um total de 560 lojistas emitiram 1.234.518 notas, no mesmo mês de 2018 o número saltou para 3.459 emissores e 9.015.626 NFC-e. Em 2016, nos meses de outubro, novembro e dezembro foram 2.213.648 de notas fiscais do consumidor eletrônicas emitidas pelo varejo.

 

No ano de 2017, as autorizações fecharam em 58.689.285. Em 2018, somente no primeiro trimestre já foram emitidas 44% do total emitido em todo o ano passado, ou 26.502.186 até 31 de março de 2018.

 

Modernização

 

Secretário de Estado de Fazenda, Guaraci Fontana.

A NFC-e traz inúmeros benefícios ao fisco, empresas e consumidores. De acordo com o secretário de Estado de Fazenda, Guaraci Fontana, para o fisco estadual a principal vantagem é a chegada da informação de consumo em tempo real na base de dados do fisco. “Além disso, aperfeiçoa as vendas no varejo, a partir do momento que as torna flexíveis e ágeis, proporcionando um ganho de qualidade ao atendimento, bem como comodidade e segurança aos consumidores”, pontua.

 

Para o consumidor, as principais vantagens são a agilidade e a segurança na compra. Isso porque reduz filas de checkoutatravés da distribuição de pontos de venda, até em locais fisicamente separados das tradicionais ilhas de caixas, bem como oferece a possibilidade de verificação em tempo real da validade da compra realizada, pela leitura do QR Code. A NFC-e permite ainda o envio do documento via e-mail, SMS e até mesmo pelas redes sociais, tudo em tempo real, admitindo a possibilidade de o consumidor efetuar o controle e o gerenciamento de suas notas pessoais.

Sistema Famasul anuncia produção e produtividade recordes de soja em MS

A produção de soja em Mato Grosso do Sul atingiu a o patamar recorde de 9,558 milhões de toneladas na safra 2017/18. As informações consolidadas foram anunciadas, nessa terça-feira (10), pelo presidente do Sistema Famasul – Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul, Mauricio Saito, pelo governador Reinaldo Azambuja e pelo presidente da Aprosoja/MS, Juliano Schmaedecke, na Expogrande 2018.

 

O resultado recorde é 1 milhão de toneladas superior ao 2016/17. A produtividade verificada também atingiu marca histórica, de 59,2 sacas por hectare.

 

 

Para o presidente do Sistema Famasul, Maurício Saito, o perfil empreendedor dos produtores rurais sul-mato-grossenses é característica determinante para os números verificados na temporada. “A notícia hoje é de uma supersafra da oleaginosa em Mato Grosso do Sul e os agricultores são os grandes responsáveis por números pujantes”, explica.

 

Saito também lembrou das iniciativas que acontecem em parceria com o governo de MS. “O projeto Siga, que recebe o suporte do Poder Público, nos dá confiabilidade nos números apresentados aqui hoje, a ferramenta tem auxiliado na tomada de decisão do produtor, assim como as estações meteorológicas espalhadas pelo estado, que fornecem um histórico de informações climáticas. Temos ainda o Soja Plus, iniciativa que atua dentro da propriedade, oferecendo consultoria sobre instruções legais de como adequar o negócio”.

 

Sobre o Soja Plus, Saito lembrou ainda que no dia 28 de março, recebeu recursos do Fundems para ampliar atendimento em Mato Grosso do Sul. “É o reflexo do entendimento, por parte do Governo do Estado de MS, sobre a necessidade de investimentos nesse tipo de atuação”.

 

Para o governador Reinaldo Azambuja, o bom desempenho no campo é resultado da parceria entre as instituições públicas, representativas e de pesquisa. “A produtividade registrada corresponde a 3 sacas a mais que na safra anterior. O avanço foi exponente nos últimos anos, passando de 49 sacas em 2014/15, para 50 em 2015/16, 56 sacas em 2016/17, até as 59 sacas colhidas por hectare agora”.

 

Azambuja citou programas fundamentais para o monitoramento das lavouras e desenvolvimento rural, como o Siga e o Soja Plus e aumento do acesso ao crédito, com a expansão doo FCO. “O estado colhe mais, gera mais dividendos para a economia, assim como o aumento da agroindustrialização”.

 

O presidente da Aprosoja/MS, Juliano Schmaedecke, fala da boa temporada para a oleaginosa em MS. “Com certeza este foi um ano especial. O clima favoreceu e o produtor rural aplicou ainda mais tecnologia, diminuindo o risco na lavoura, além de melhorar o gerenciamento do seu negócio. O resultado é uma boa produtividade e mais segurança ao setor”, explica.

 

Participaram do evento, o diretor tesoureiro do Sistema Famasul, Luis Alberto Moraes Novaes; o superintendente do Senar/MS, Lucas Galvan; o secretário da Semagro, Jaime Verruck e secretário de Gestão Estratégica, Eduardo Riedel.

Com energia elétrica mais cara, Senai Empresa dá suporte às indústrias para reduzir gastos

Diante do reajuste de 7,91% na tarifa de energia elétrica dos consumidores industriais dos 74 municípios de Mato Grosso do Sul atendidos pela Energisa, o Senai Empresa está reforçando junto aos empresários a disponibilidade de uma série de soluções para que possam reduzir o consumo e, consequentemente, aumentar a competitividade. De acordo com o gerente do Senai Empresa Rodolpho Caesar Mangialardo, indústrias de pequeno e médio porte ainda têm dificuldade para buscar alternativas que reduzam os gastos com energia elétrica e a instituição está pronta para orientar esses industriais.

 

“Esses empresários acham que são obrigadas a seguir aquele padrão que está estabelecido na empresa deles há anos, mas conseguimos abrir um pouco a cabeça deles para que tenham um custo menor de energia e se tornem mais competitivos, reduzindo os desperdícios internos e conseguindo se manter mais estáveis no mercado”, afirmou Rodolpho Mangialardo.

 

Ele explica que o Senai Empresa oferece em seu portfólio o PSGE (Programa Senai de Gestão Energética), que tem como objetivo apoiar a indústria para reduzir seus custos com energia elétrica, atuando no contrato de fornecimento com a distribuidora regional na implantação de projetos de eficiência energética, no apoio à migração para o mercado livre e nos estudos para geração total ou parcial da energia elétrica consumida pela indústria.

 

Segundo o consultor em comercialização de energia do Senai Empresa, Sebastião Dussel, pelo PSGE é possível avaliar as faturas de energia elétrica para identificar as oportunidades de redução, promover o diagnóstico energético nas instalações para otimizar processos e eliminar desperdícios de energia elétrica, avaliar a atratividade de migração para o mercado livre e elaborando estudos econômicos para implantar geração própria a partir de fontes renováveis.

 

“Entre as opções de geração de energia própria, temos a energia fotovoltaica, que conta com linhas de crédito especiais, inclusive FCO para pessoa física. É uma excelente alternativa, que apresenta um retorno no investimento realizado em até seis anos, além do marketing ambiental e do fato de tornar as indústrias mais estáveis”, completou Sebastião Dussel, acrescentando que o Senai Empresa está à disposição do setor empresarial do Estado para avaliar as oportunidades de redução de custo nos processos produtivos.

 

Mais informações diretamente no Senai Empresa, que fica na Rua Pimenta Bueno, 370, no Bairro Amambaí, pelo telefone (67) 3311-8500, pelo e-mail senaiempresa@ms.senai.br  ou ainda pelo endereço https://cursos.senai.ms/projeto-fotovoltaico

Empresários de MS precisam fazer atualização da Nota Fiscal Eletrônica até julho, alerta a Sefaz

A Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) informa que a atual versão 3.10 da NF-e será desativada a partir de 2 de julho de 2018. Segundo o secretário da Sefaz, Guaraci Fontana, mais de 25 mil empresários emissores de NF-e de Mato Grosso do Sul devem iniciar a troca da versão do arquivo XML da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) antes de julho, caso contrário poderão ficar impossibilitados de realizar suas operações de vendas.

 

“É importante que as empresas e indústrias fiquem atentas ao prazo. Esse é um projeto nacional e a data da desativação da versão 3.10 será aplicada em todo o País. A partir de 2 de julho as notas enviadas na versão antiga serão automaticamente rejeitadas, impossibilitando a impressão do Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (Danfe) e, consequentemente, as vendas”, destaca.

 

O gestor da NF-e, fiscal tributário estadual Eduardo Henrique Higa, explica que poucos contribuintes do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual, intermunicipal e de comunicação do Mato Grosso do Sul, que fazem uso da nota fiscal eletrônica, aderiram à nova versão 4.00.

 

“Faltam cerca de 100 dias para a desativação da versão 3.10 e, aproximadamente, 75% dos emissores de NF-e ainda estão transmitindo o arquivo XML na versão 3.10, ou seja, apenas 25% das empresas credenciadas estão emitindo na versão nova (NF-e 4.00). Por isso, solicitamos que os empresários se adequem o mais rápido possível”, reforça.

 

Software emissor de NF-e: gratuito ou próprio

 

Atualmente, existem vários softwares emissores de NF-e disponíveis no mercado, tanto em versões gratuitas como pagas. Dentre as várias versões gratuitas, há uma que inicialmente foi desenvolvida pela Secretaria de Fazenda do Estado de São Paulo e que desde agosto de 2017 é administrada pelo Sebrae. Essa versão pode ser baixada pela internet, acessando o site do Sebrae-SP, e demora cerca de uma hora para funcionar, desde que atendidas as configurações necessárias como: instalação de um certificado digital válido do tipo e-CNPJ ou e-PJ, cadastro de produtos, cadastro de clientes, etc.

 

Caso essa ou outra versão gratuita não atenda às necessidades da empresa, recomenda-se que os usuários busquem outras soluções disponíveis no mercado ou o desenvolvimento próprio, o que ocorre em cerca de 80% das empresas emissoras de NF-e, em Mato Grosso do Sul.

 

O software próprio é aquele que o contribuinte compra ou desenvolve na própria empresa. O funcionário do setor de tecnologia da informação da empresa ou a empresa que comercializar um software emissor de NF-e tem que obedecer aos requisitos e especificações que constam nas notas técnicas. A Nota Técnica 2016.002, versão 1.42, especifica os ajustes necessários relacionados à versão 4.00. Todas as notas técnicas relacionadas à NF-e estão disponíveis no ambiente nacional da NF-e. Basta que a empresa cumpra todos os requisitos para colocar o sistema para funcionar.

 

A Nota Fiscal Eletrônica é um documento emitido e armazenado eletronicamente, de existência apenas digital, com o intuito de documentar operações e prestações, cuja validade jurídica é garantida pela assinatura digital do emitente e autorização de uso pela administração tributária da unidade federada do contribuinte, antes da ocorrência do fato gerador.