Senai de Corumbá está com vagas abertas para cinco cursos técnicos presenciais e EAD

O Senai de Corumbá está com matrículas abertas para vagas em cinco cursos técnicos na modalidade presencial e EAD (Educação a Distância). Na modalidade presencial, os cursos são de técnico em eletrotécnica, técnico em qualidade, técnico em automação industrial, técnico em mecânica, técnico em administração e técnico em edificações.

 

Já na modalidade EAD, os cursos oferecidos são de técnico em administração e técnico em eletromecânica. Segundo a gerente do Senai de Corumbá, Silvana Araújo de Barros, as formações ofertadas vem ao encontro das demandas das indústrias da região. “Estamos com boas expectativas com relação a 2021 e acreditamos que será um ano de retomada, com mais geração de emprego e começar o ano estudando no Senai é uma oportunidade de se preparar para esse mercado de trabalho”, afirmou.

 

Matrículas

 

A educação profissional técnica de nível médio é destinada a alunos matriculados ou egressos do Ensino Médio, que devem comprovar a escolaridade ou vínculo com instituição de ensino, e as matrículas podem ser feitas até o dia 5 de fevereiro de 2021 por meio do site www.meufuturoagora.com.br ou na secretaria da unidade, localizada na Alameda São José, 10, Bairro Maria Leite.

 

As aulas dos cursos presenciais terão início em 22 de fevereiro de 2021 e dos cursos EAD em 27 de fevereiro de 2021. Os documentos necessários na hora da matrícula são: foto 3×4 recente, carteira de identidade ou CNH (original e cópia), CPF ou declaração da Receita Federal (original e cópia), histórico escolar do Ensino Médio ou documento comprovando que o interessado está cursando a etapa de ensino tida como requisito (original e cópia) e comprovante de residência atualizado.

 

Somente terá a matrícula confirmada o candidato que tiver concluído ou comprovar estar regularmente matriculado no Ensino Médio e realizar o pagamento da primeira parcela do curso no período de três dias úteis posterior a data de matrícula. O pagamento da mensalidade poderá ser efetuado no setor financeiro das unidades operacionais do Senai por meio de cartão de crédito ou débito ou em instituição bancária por meio de boleto bancário.

Brasil pode se transformar na “roça do mundo” se abrir mão da indústria manufatureira

O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, externou na quarta-feira (20) a grande insatisfação da entidade com as menções depreciativas que o presidente do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea), Carlos Von Doellinger, fez à indústria manufatureira nacional, em entrevista concedida ao jornal Valor Econômico.

 

Falando também em nome do Fórum Nacional da Indústria (FNI), que congrega cerca de 70 associações setoriais, Robson Andrade contesta a afirmação de Doellinger de que “nosso caminho não é indústria manufatureira, a não ser aquela ligada ao beneficiamento de produtos naturais, minérios”.

 

“Essa posição do presidente do Ipea, de que o Brasil deveria focar apenas na agricultura e na mineração, abrindo mão da indústria de manufatura, demonstra que ele, lamentavelmente, não tem a mínima noção da importância deste segmento industrial para a produtividade e o desenvolvimento dos demais setores da economia, e como dinamizador da economia nacional”, afirma o presidente da CNI.

 

Para ele, a opinião de Doellinger contém um equívoco gravíssimo e revela a ignorância daquele que é responsável pelo principal órgão público de estudos e análises econômicas, o qual deveria fazer análises técnicas, aprofundadas e isentas.

 


“É lamentável que ele não tenha a mínima noção da importância estratégica da indústria para o desenvolvimento do país”

 


“Não estou subestimando a importância dos setores agrícola e mineral para a economia nacional, mas o fato é que o Brasil se transformaria em uma roça, a fazenda do mundo, exportando apenas commodities e matérias-primas, assim como empregos de qualidade, para as economias mais desenvolvidas”, afirma Robson Andrade.

 

Ele compara a afirmação do presidente do Ipea à feita pelo Visconde de Itaboraí, no longínquo século 19, de que ao Brasil bastava exportar café, na tentativa de impedir o Barão de Mauá de levar adiante o esforço pioneiro de industrialização do Brasil.

 

Importância da indústria manufatureira

 

“Embora o presidente do IPEA demonstre não saber, a indústria nacional viabiliza o desenvolvimento de serviços de alto valor agregado, como pesquisa científica, design, logística, equipamentos e maquinários, entre vários outros”, afirma o presidente da CNI.

 

“Isso significa que tanto a agricultura brasileira, que está entre as mais competitivas do mundo, quanto o ágil e cada vez mais sofisticado setor de comércio e serviços, dependem de uma indústria forte e moderna operando no país, sobretudo a de manufatura”, acrescenta.

 

Robson Andrade destaca que, apesar de representar cerca de 21% do PIB nacional, o setor industrial é responsável pelo recolhimento de 33% dos impostos federais e por 31% da arrecadação previdenciária patronal.

 

Além disso, segundo ele, o segmento responde também por 70% das exportações brasileiras de bens e serviços e por 69% do investimento empresarial em pesquisa e desenvolvimento, insumo indispensável para a competitividade dos demais segmentos econômicos, inclusive do agronegócio.

 

De acordo com levantamento da CNI, apenas a indústria de transformação nacional é responsável por 25% pela arrecadação de tributos federais e por 23% da arrecadação previdenciária patronal. Responde também por 50,6% das exportações brasileiras de bens e serviços e por 65% dos investimentos em pesquisa e desenvolvimento.

 

Em função de sua extensa cadeia de fornecedores, cada R$ 1 produzido na indústria de transformação gera R$ 2,40 na economia nacional como um todo. Nos demais setores, o valor é menor: R$ 1,66 na agricultura e R$ 1,49 nos segmentos de comércio e serviços.

 

“A indústria nacional também paga salários muito superiores aos demais segmentos. Os trabalhadores industriais com ensino superior completo, por exemplo, ganham 31,7% a mais do que a média do país, contribuindo de forma expressiva para o aumento da renda per capita dos brasileiros”, pontua Robson Andrade.

 

Ele ressalta, que, atualmente, a indústria de transformação emprega, sozinha, cerca de 6,8 milhões de trabalhadores no país – o equivalente a 70% dos 9,7 milhões de postos de trabalhos gerados pela indústria como um todo.

 

País forte = indústria forte

 

Robson Andrade observa, ainda, que, enquanto o Brasil está entre as dez maiores economias do mundo, a Austrália, citada como referência por Carlos Von Doellinger, ocupa apenas o 13º lugar neste ranking. “Nosso objetivo deve ser o de ficar entre as cinco maiores economias globais. Se o país optar por seguir o modelo australiano, como defende o presidente do Ipea, iremos, inevitavelmente, andar para trás”, afirma o presidente da CNI.

 

Andrade defende que o país não deveria perder energia nem tempo discutindo teorias ultrapassadas. Segundo ele, a discussão necessária e urgente, que agrega e impede o fechamento de fábricas e o desemprego em massa, deve ser a aprovação de uma reforma tributária ampla, bem como de marcos regulatórios que tragam segurança jurídica e possibilitem a atração de investimentos ao país.

 

“Ao invés de desprezar a indústria, como fez o presidente do Ipea, o que o Brasil precisa é fortalecer o setor industrial, para que ele seja cada vez mais dinâmico e inovador, com vistas a superar a mais grave crise sanitária, econômica e social já vivenciada pelo país”, afirma Andrade.

 

“Não existe país forte sem indústria forte”, conclui Robson Andrade.

 

Fonte: CN

Linguiça de Maracaju é o segundo produto a receber o Selo Arte em Mato Grosso do Sul

A tradicional Linguiça de Maracaju é o segundo produto de Mato Grosso do Sul a receber o Selo Arte, a certificação que possibilita a venda do produto em todo o país. A Semagro (Secretaria de meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar) fez a entrega do Selo Arte nesta sexta-feira (22) à Casa de Carne Big Boi.

 

O açougue Big Boi existe desde 2000 em Maracaju, mas a produção da linguiça tradicional que leva o nome da cidade acontece há 25 anos. O proprietário Adão Correa explica que, atualmente, produz 500kg por semana da linguiça, que é o carro chefe do seu açougue.

 

“A gente vem sempre batalhando para ter o melhor produto, fomos atrás do SIM (Selo de Inspeção Municipal) e soubemos do Selo Arte. Para nós tudo que vem para agregar é importante. Agora esperamos aumentar a produção e mandar a linguiça para todo o país”, afirma Adão.

 

O secretário da Semagro, Jaime Verruck, destaca que para ter o Selo Arte é necessário um bom sistema de inspeção municipal em conjunto com a assistência técnica da Iagro. “Este é o primeiro Selo Arte entregue para um produto de origem de carnes e o primeiro de Maracaju. A linguiça é patrimônio do Estado e o selo vem para expandir a produção”.

 

O prefeito José Marcos Calderan afirma que é um privilégio participar deste momento e parabenizou o empresário produtor e a equipe que atuou para que esse resultado acontecesse. “O Adão faz parte da história de Maracaju e isso vai levar o nome do município para fora”.

 

Instituído em novembro de 2019, o Selo Arte possibilita que produtos artesanais de origem animal, mesmo tendo apenas a certificação sanitária do município (SIM), possam ser comercializados em todo o Brasil. A certificação é uma maneira de incentivar a produção artesanal e dar condições de comercialização, desde que atendam a padrões de regulamentação.

 

O doce de leite Ponto Alto, produzido em Nova Alvorada do Sul, foi o primeiro de Mato Grosso do Sul a receber o Selo Arte e o primeiro da categoria a receber a certificação no país. Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), desde 2019, quando o Selo Arte foi regulamentado, 52 Selos Arte já foram concedidos, sendo a maioria para produtores rurais de Minas Gerais, grandes produtores de queijo.

 

Semagro discute pauta ambiental e de desenvolvimento econômico com Corumbá

Ações de preservação do meio ambiente e de fomento ao desenvolvimento econômico da região do Pantanal em Corumbá foram as pautas debatidas ontem (22) pelo secretário Jaime Verruck, da Semagro e o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Sustentável de Corumbá, Cássio Augusto da Costa Marques e o adjunto da pasta Luciano Aguilar Rodrigues Leite.

 

Em dezembro de 2020, o Governo do Estado anunciou a publicação do decreto que autoriza e regulamenta o uso do manejo integrado do fogo como uma das medidas preventivas aos incêndios florestais. “Discutimos esse tema com a prefeitura de Corumbá sobre a necessidade da criação de brigadas articuladas junto com os produtores rurais do Pantanal, para iniciarmos o planejamento do manejo integrado de fogo”, informou Jaime Verruck. “Faremos uma articulação junto ao Sindicato Rural de Corumbá para que sejam identificados polos relevantes ou grupo de produtores para a criação e capacitação de brigadas civis com esses produtores e com a prefeitura de Corumbá”, acrescentou.

 

Ainda na questão ambiental, foram tratadas ações para a Estrada Parque Pantanal. “Vamos fomentar as atividades turísticas na Estrada Parque. A prefeitura de Corumbá já tem um projeto para a instalação de mirantes e no âmbito do Governo do Estado devemos publicar uma normativa ou decreto para restabelecer a governança desse atrativo, que é uma importante área especial de interesse ambiental”, afirmou.

 

 

No âmbito do desenvolvimento econômico, Semagro e Prefeitura de Corumbá deverão atuar na questão política da rodovia BR-262, em função do aumento no tráfego de caminhões transportando minério de ferro. “Será feita uma ação junto com o Governo do Estado e prefeitura para buscar recursos junto à União para a manutenção da rodovia. Vamos trabalhar fortemente na recomposição de recursos para a questão dos acessos para os caminhões e na relicitação da ferrovia, ponto fundamental nesse processo”, pontuou o titular da Semagro.

 

Na agricultura Familiar, foram discutidas ações para promover a expansão da produção de hortifrutigranjeiros e leiteira do município. “Vamos fortalecer a atuação da Agraer para oferecer assistência na região e fomentar o Programa de Desenvolvimento Sustentável e Orgânico do Pantanal, onde já temos algumas linhas de mel orgânico”, finalizou Jaime Verruck.

 

Também participaram do encontro os superintendentes da Semagro, Rogério Beretta (Ciência e Tecnologia, Produção e Agricultura Familiar) e Pedro Mendes (Meio Ambiente e Turismo).

 

 

Procon Estadual alerta para a fraude de venda pela internet de vacinas contra a Covid-19

Ocorrências de  venda  de vacinas  contra a Covid 19 registradas  em alguns estados da Federação está chamando a atenção de autoridades. Nesse sentido,  a Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor – Procon/MS, órgão integrante  da Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho – Sedhast, alerta a população.

 

De acordo com flagrantes, ficou constatada divulgação, pela internet,  de doses  da  Coronavac  disponíveis para  venda, além da possibilidade de aquisição por meio de ambulantes. O Paraná é um desses estados onde  estaria ocorrendo a fraude. “A realidade é que, até o momento, o acesso às vacinas é exclusivo dos órgãos governamentais. E além disso, não há quantidade suficiente para atender à população”, comenta o superintendente do Procon Estadual, Marcelo Salomão.

 

Apesar de ainda não se ter conhecimento desse tipo de anormalidade em Mato Grosso do Sul é necessário que a população esteja atenta. Nenhum estabelecimento comercial – farmácias ou clínicas – ainda não possuem o produto para venda. E, ainda,  “qualquer anúncio que seja veiculado é  fraude. A população não pode  se deixar levar pelo desespero e adquirir pretensas vacinas”, alerta Marcelo Salomão.

 

Apesar de insuficientes,  as  vacinas que chegaram ao Estado e foram encaminhadas aos município são de inteira responsabilidade do governo, por meio da Secretaria de Estado de Saúde.  Não existe,  sob qualquer hipótese,  a possibilidade  de  comercialização. Qualquer anúncio se trata de fraude.

Emprego cresce na indústria em um movimento atípico para dezembro, segundo CNI

A pesquisa Sondagem Industrial mostra que, pela primeira vez em dez anos, houve aumento de emprego no mês de dezembro. De acordo com o estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgado ontem (21), o índice de evolução do número de empregados ficou em 50,5 pontos, acima da linha divisória de 50 pontos, demonstrando crescimento do emprego.

 

A atividade industrial encerrou o ano relativamente forte, embora os sinais de desaceleração já possam ser percebidos. Segundo a pesquisa, produção industrial caiu em dezembro de 2020, quebrando uma sequência de seis meses consecutivos de crescimento.

 

O índice de evolução da produção ficou em 46,8 pontos, abaixo da linha divisória de 50 pontos, ou seja, reflete queda da produção na comparação com o mês anterior. Os estoques continuam abaixo do planejado e, segundo a CNI, o problema de escassez de insumos, que já havia ganho importância inédita no terceiro trimestre do ano passado, preocupou ainda mais os empresários.

 

Por outro lado, a utilização da capacidade instalada é a maior desde 2013 para o mês, as expectativas seguem otimistas e a intenção de investimento aumentou. Todos os índices de expectativas estão acima da linha divisória de 50 pontos. “Isso indica que os empresários seguem com expectativa de crescimento nos próximos seis meses da demanda, da quantidade exportada, do número de empregados e da compra de matérias-primas”, explicou a CNI, em comunicado.

 

A Sondagem Industrial é uma pesquisa de opinião empresarial, mensal, que apresenta a tendência da atividade industrial e as expectativas dos empresários. É elaborada em parceria com 25 federações de indústria e gera resultados por porte de empresa, regiões geográficas e setores de atividades das indústrias extrativa e de transformação.

 

Para esta edição, foram entrevistadas 1.887 empresas, sendo 741 de pequeno porte, 669 de médio porte e 477 grandes empresas, entre 4 e 15 de janeiro. A pesquisa Sondagem Industrial completa está disponível na página da CNI

 

Fonte: Agêcia Brasil

Funsat oferece 602 vagas de emprego para pessoas com ou sem experiência

A Fundação Social do Trabalho (Funsat) tem oferecido diariamente diversas oportunidades em vários setores. Nesta quinta-feira (21) estão à disposição dos candidatos 602 vagas para diversas áreas, com ou sem experiência. Dessas, 22 são para mecânico de automotores, hidráulica e manutenção industrial.

 

Mecânico de automotores – 8 vagas

O candidato atuará como mecânico de suspensão, freios de veículos automotores de pequeno ou grande porte e no alinhamento e balanceamento computadorizado de rodas. Deverá possuir experiência na área, além de informática básica. O trabalho é de segunda a sábado e o Salário é a combinar. Incentivos: Condução/Vale-Transporte.

 

Mecânico de motor – 1 vaga

Consertam máquinas e equipamentos, requisitando peças para reposição, montando máquinas equipamentos e acessórios, conforme especificações do fabricante. Organizam o local de trabalho para manutenção e avaliam as condições de máquinas e equipamentos. Elaboram propostas de serviços e orçamentos, relacionando causas de defeitos e listando peças para substituição. Trabalham seguindo normas de segurança e qualidade. De segunda a sábado, sem incentivos e salário a combinar.

 

Mecânico de manutenção de máquinas industriais – 10 vagas

Realizaram atividade de manutenção nos equipamentos de extração de óleo vegetal e proteína em uma fábrica em Campo Grande/MS. Conhecimentos necessários: Manutenção em conjuntos mecânicos, metrologia, manutenção em bombas industriais, transportadores de corrente, correias transportadoras, elevadores de canecas, redutores de velocidade, lubrificação industrial e manutenção corretiva, preventiva e preditiva. Experiência poderá ser comprovada em carteira ou por meio de referências. Qualificação em Técnico em mecânica ou Eletrotécnica. Salário oferecido: R$ 2.250,00. Incentivo: Condução/Vale-Transporte assistência médica, mais 30% de periculosidade e alimentação na empresa.

 

Mecânico de manutenção hidráulica – 1 vaga

O candidato deverá ser mecânico de sistemas pneumáticos, hidráulicos e vapor, tanto na oficina quanto na casa do cliente. Documentam informações técnicas; realizam ações de qualidade e preservação ambiental trabalhando segundo normas de segurança. Salário oferecido: R$ 2.000,00. Incentivos: A combinar conforme experiência. De segunda a sábado.

 

Mecânico eletricista de automóveis – 2 vagas

O candidato irá desempenhar a função de eletricista automotivo, realizará serviços elétricos em veículos automotores em geral. deverá possuir experiência e conhecimentos em parte elétrica veicular instalação, fiação, revisão, etc…) e manusear ferramentas e aparelhos pertinentes à função. Elaboram documentação técnica, cumprem normas de segurança, meio ambiente e saúde e realizam com qualidade as instalações eletroeletrônicas.

Salário oferecido: R$ 1.418,16. Incentivo: Comissão de toda mão de obra e vendas que realizar. De segunda a sábado.

Os candidatos que forem participar das entrevistas e seleções é importante portar todos os documentos pessoais, carta de encaminhamento da vaga, Carteira de Trabalho, Reservista (para os homens) e caneta para o preenchimento da ficha cadastral.

 

A Funsat está localizada na Rua 14 de Julho, nº 992, Vila Glória (próxima da Igreja Ortodoxa). O atendimento devido à pandemia da Covid-19 é das 7h30 às 13h30. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (67) 4042-0585.

Energisa contesta Procon sobre número de reclamações e diz ser improcedente

A Energisa, pela sua assessoria de imprensa, informa que o ranking do Procon  Estadual considera em seu número, além das reclamações, os atendimentos e orientações realizadas ao cliente. A manifestação da concessionária de energia elétrica é sobre a divulgação, pelo orgão  de defesa do consumidor, do balanço de queixas de consumidores recebidas, dentre elas, contra a empresa.

 

De acordo com a nota da Energisa, “o ranking apresenta ainda um elevado número de reclamações improcedentes que somam 96% do total de atendimentos”.

 

Esclarece ainda que ajustando o número no Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (Sindec), base dados que é utilizada pelo próprio Procon, o número correto seria:

*Janeiro de 2021 – de 01 até 20/01*

(+) Número Considerado no Ranking pelo PROCON – 90

(-) Atendimentos e Orientações (Não são reclamações) – 60

(-) Reclamações Improcedentes e arquivadas (Foram todas respondidas e não existia procedência) – 58.

 

 

Por fim, a Energisa esclarece, em sua nota, que o ranking em número absoluto não representa a eficiência das empresas, pois aquelas que tem poucos clientes “são comparadas a empresas que atendem milhões de clientes, como é o caso da Energisa. Se considerarmos, portanto, os ajustes citados acima, a posição da empresa no ranking seria substancialmente alterada”.

 

Saiba mais:

Procon Estadual recebe elevado número de reclamações, apesar da pandemia

No presídio feminina de Campo Grande, reeducandas aprendem a customizar calçados

Somente no presídio feminino, seis mulheres se dedicam 6h por dia para caprichar nas peças e entregar um produto de qualidade. “Realizamos um treinamento de duas semanas com as reeducandas, toda a produção é com base em encomendas, entregamos o modelo e todo o material necessário para a confecção”, explica a empresária Ana Mattos.

 

A reeducanda Ana encontrou no bordado uma terapia

Implantada há cerca de três meses, a nova oficina tem garantido opção de trabalho e renda às mulheres. É o que garante a interna Ana Aparecida Sales, 62 anos, que está presa há 9 meses e enxerga na ocupação uma terapia.

“Nunca me imaginei costurando, mas gostei bastante e enxergo como uma oportunidade de trabalho lá fora. Isso ocupa a nossa mente, é muito importante e nos traz um alívio do cárcere”, desabafa a interna.

 

Com uma produção média de 2 a 4 pares de alpargatas em ambos presídios, a empresária comemora e garante que a experiência com a mão de obra carcerária tem sido gratificante. “O acabamento deles é ótimo, são muito interessados, aplicados, é muito positivo tudo isso, estou realmente bastante encantada”, destaca Ana Mattos, dona da empresa Divino Santo.

 

A ocupação da mão de obra carcerária é coordenada pela Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen), por meio da Divisão de Trabalho Prisional. Para esta oportunidade, foi firmada parceria com a empresa Divino Santo, que representa uma das 186 empresas conveniadas que ofertam trabalho a reeducandos em Mato Grosso do Sul.

 

O trabalho consiste na customização minuciosa de alpargatas com pedrarias, lantejoulas e bordados. A partir de modelos impressos, as peças vão se transformando de simples alpargatas em belas peças personalizadas, em diferentes formatos, cores e desenhos.

 

Marta leva experiência e aprendizado em cada oportunidade de trabalho

Presa há oito anos, a interna Marta da Silva Matos também atua na oficina e garante que tudo que faz leva como aprendizado. “Aprendi a costurar aqui, para mim o trabalho é importante porque faz a gente enxergar que não precisamos voltar a delinquir, que existe um futuro melhor lá fora; quando eu sair daqui vou levar bastante experiência”, revela a interna que sonha em abrir seu próprio salão de beleza quando conquistar a liberdade.

 

Além dos reeducandos, a empresa também conta com duas pessoas externas. “Esse projeto nos traz uma grande satisfação em ver a nossa marca sendo conhecida no Brasil inteiro e quando comentamos sobre o projeto, as pessoas têm um encantamento e isso agrega muito, e cada vez mais, a qualidade do produto está se firmando e com uma excelência maravilhosa. Nossa intenção é contratar novos trabalhadores para o próximo ano”, afirma Ana que também é decoradora e formada em Moda.

 

O trabalho tem dado tão certo, que um interno do IPCG foi contratado como supervisor para monitorar toda a produção, o acabamento das peças, de forma a evitar o desperdício.

 

Além da remuneração, os reeducandos recebem remição de um dia na pena a cada três trabalhados, conforme estabelecido na Lei de Execução Penal.

 

Fonte: Governo de MS