Pequenos e médios empresários de Campo Grande recebem orientações sobre o programa Procon Legal, Comércio Legal

Com a finalidade de levar orientações e informações a número cada vez maior de pequenos e médios empresários em bairros distantes da área central de Campo Grande, a respeito do programa Procon Legal, Comércio Legal, a Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor – Procon/MS, órgão integrante da Secretaria de Estado de  Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho – Sedhast, em parceria  com o Sebrae/MS, Câmara de Dirigentes  Lojistas – CDL e Sindicato do Comércio Varejista de Campo Grande – Sindivarejo,   realizou ação ontem (05.11) no sentido de demonstrar as  vantagens das empresas  se cadastrarem no  referido programa.

 

Com distribuição de kits composto por placas a serem fixadas em locais visíveis nos estabelecimentos comerciais e de serviços demonstrando a existência do Código de Defesa do Consumidor, exemplares do referido código, passo a passo para  os que se interessarem aderirem o Procon Legal, Comércio Legal além de cópias das principais leis que regem a relação entre  fornecedor e consumidor.

 

A equipe responsável pela mobilização visitou cerca de 70 locais na avenida dos Cafezais, rua Catiguá e transversais onde visivelmente a maioria dos comerciantes desconheciam as mais simples obrigações inerentes à suas atividades ao ponto de vários deles receberem as equipes com algumas reservas mas, ao tomarem conhecimento da motivação das visitas, agradecerem e se declararem satisfeitos por saber que o Procon Estadual não age somente para punir.

 

Participando da movimentação o superintendente do órgão estadual de defesa do consumidor, Marcelo Salomão, se declarou surpreso com a “boa receptividades dos pequenos e médios empresários da região, que entenderam a necessidade de desenvolver atividades em consonância com o que prescreve a legislação e, assim, além de evitar dissabores terem oportunidade de conquistar maior número de clientes”.

Décimo terceiro deve injetar R$ 214 bi na economia do país, segundo Dieese; extra será para 81 milhões de trabalhadores

O pagamento do décimo terceiro salário deverá injetar na economia brasileira, até dezembro, R$ 214,6 bilhões, de acordo com estimativa divulgada hoje (5) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).  Aproximadamente 81 milhões de brasileiros serão beneficiados com rendimento adicional, em média, de R$ 2.451.

 

Têm direito a receber o salário extra os trabalhadores do mercado formal, inclusive empregados domésticos, os beneficiários da Previdência Social e os aposentados e beneficiários de pensão da União e dos estados e municípios. Em sua estimativa, o Dieese não leva em conta os trabalhadores autônomos, assalariados sem carteira ou quem recebe algum tipo de abono de fim de ano.

 

Do total estimado de R$ 214 bilhões, cerca de R$ 147 bilhões (68% do total), vão ser destinados aos empregados formalizados, incluindo os trabalhadores domésticos. Aposentados e pensionistas vão receber R$ 67,7 bilhões (32%).

 

Entre os 81 milhões de brasileiros que devem receber o décimo terceiro salário, 49 milhões (61% do total) são trabalhadores no mercado formal. Os demais (39%) são aposentados ou pensionistas da Previdência, aposentados e beneficiários de pensão da União (Regime Próprio), de estados e municípios. Segundo os dados do Dieese, o volume de pessoas do mercado formal que receberão o décimo terceiro salário este ano aumentou em torno de 1% na comparação com os números de 2018.

 

O maior valor médio para o décimo terceiro salário deverá ser pago no Distrito Federal (R$ 4.558) e os menores, no Maranhão e no Piauí (R$ 1.651 e R$ 1.647, respectivamente). De acordo com o Dieese, as médias não incluem o pessoal aposentado pelo Regime Próprio dos estados e dos municípios.

 

Fonte: Agência Brasil

Inflação medida pelo IPC-S cai em cinco capitais brasileiras, segundo mostra pesquisa da Fundação Getúlio Vargas

A inflação medida pelo Índice Geral de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S), referente ao dia 31 de outubro, registrou queda de 0,09% e ficou 0,02 ponto percentual abaixo da taxa anterior, de 22 de outubro. Com isso, o indicador acumula alta de 2,81% no ano e 2,93% nos últimos 12 meses.

 

Os dados foram divulgados hoje (4), no Rio de Janeiro, pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Em cinco capitais houve queda na comparação com a divulgação anterior.

 

A maior variação negativa foi em Recife, onde o índice caiu 0,26% na semana, acumulando alta de 2,8% no ano e de 2,81% em 12 meses. Os destaques da capital foram os grupos Comunicação, que passou de 0,36% para -0,49%, e Habitação, que foi de -0,10% para -0,24%.

 

A segunda maior queda foi registrada no IPC-S de Brasília, que caiu 0,24% e acumulou alta de 1,56% no ano e 1,21% em 12 meses. Os destaques também foram Comunicação e Habitação, com taxas variando de 0,56% para -0,25%, e de -0,49% para -0,99%, respectivamente.

 

As cidades de Salvador e de Belo Horizonte tiveram variação menor do que na semana anterior. A capital baiana registrou queda de 0,3% e o IPC-S ficou 0,06 ponto percentual acima da taxa anterior, com acumulado de 3,57% no ano e de 3,50% em 12 meses.

 

Os destaques para a aceleração do indicador foram Habitação, que passou de -0,27% para 0,30%, e Educação, Leitura e Recreação, que foi de 0,20% para 0,29%.

Em Belo Horizonte a taxa caiu 0,04% e ficou 0,04 ponto percentual acima da anterior. Com isso, a alta acumulada no ano está em 2,93% e em 12 meses, 3,15%.

 

As principais altas foram nos grupos Alimentação e Despesas Diversas, com taxas variando de -0,36% para -0,05%, e de 0,44% para 0,66%, respectivamente.

Em Porto Alegre o IPC-S variou 0,02%, ficando 0,04 ponto percentual abaixo da taxa anterior, com alta de 2,64% no ano e de 2,89% nos últimos 12 meses. No Rio de Janeiro o índice caiu 0,19%, ficando 0,02 ponto percentual abaixo da última taxa divulgada.

 

O índice para os cariocas acumula alta de 2,39% no ano e de 3,22% em 12 meses. E em São Paulo, o IPC-S caiu 0,03%, ficando 0,01 ponto percentual abaixo da taxa anterior e acumula alta de 3,27% no ano e de 3% nos últimos 12 meses.
Fonte: Agência Brasil

Brasil tem 5 milhões de pessoas superendividadas; total equivale a 6% dos tomadores de crédito

“Em oito meses minha dívida com eles cresceu mais de cinco vezes. Eles chegaram a bater na minha casa, criando constrangimento. Tinha noites que eu não dormia achando que eles iam penhorar e leiloar o meu imóvel.” O depoimento é da bancária aposentada Lindaura Luz (nome fictício) que, nos últimos anos, acumulou dívidas de empréstimos consignados, cheque especial e cartão de crédito com dois dos maiores bancos privados do país, após perder parte de sua renda mensal, com o término do aluguel de uma loja na avenida W3 Sul, em Brasília, que herdou após a morte do marido.

 

Os pesadelos e a visita incômoda de cobradores acabaram quando Lindaura procurou a Justiça para forçar a renegociação das dívidas que tinha junto a dois dos maiores bancos privados do país. O Centro Judiciário de Solução de Conflitos e de Cidadania Superendividados (Cejusc) do Tribunal de Justiça do DF e Territórios mediou reuniões entre credores e a ex-bancária. As dívidas foram amortizadas e reparceladas. Parte foi quitada e parte está com pagamento em dia.

 

A história de Lindaura Luz é ilustrativa dos casos de superendividamento no Brasil. Segundo levantamento, ainda em finalização, do Banco Central (BC), há cerca de cinco milhões de pessoas superendividadas em um universo de 83 milhões de tomadores de empréstimo (6% do total).

 

De acordo com apresentação feita por técnicos do BC em Brasília, o risco de superendividamento é maior quando o mutuário acumula mais de uma modalidade de crédito. Em junho de 2019, conforme dados expostos pelo BC, 10 milhões de tomadores de crédito estavam em atraso com seus compromissos. Mais de 9 milhões de pessoas tinham pelo menos mais de uma modalidade de dívida. Dessas, a situação de superendividamento atingia, então, mais da metade (55%) dos endividados.

 

A condição de superendividamento não tem necessariamente relação com as taxas inadimplência (dívida em aberto há mais de 90 dias). Conforme a página de estatísticas monetárias do site do Banco Central, naquele mês a taxa de inadimplência do crédito consignado era de 3,6% e da aquisição de veículo, 3,3%. O não pagamento em dia do crédito pessoal atingia 7,4%; do cheque especial, 14%; e do rotativo do cartão de crédito, 33,5%.

 

Fonte: Agência Brasil

Orçamento prevê alta de R$ 24,2 bi em renúncias fiscais; governo deverá apresentar plano para reduzir benefícios

Em meio ao crescimento de despesas obrigatórias e à escassez de verbas discricionárias (não obrigatórias) para a manutenção de órgãos públicos, as renúncias fiscais continuarão a crescer no próximo ano. A proposta de Orçamento Geral da União, em tramitação no Congresso, prevê que o governo deixará de arrecadar R$ 330,61 bilhões por causa dos incentivos fiscais em 2020.

 

O valor representa alta de R$ 24,21 bilhões em relação ao Orçamento de 2019, que destinava R$ 306,39 bilhões em gastos tributários, nome dado quando o governo abre mão de receitas para beneficiar setores econômicos. Os segmentos mais beneficiados em 2020 serão comércio e serviço (R$ 86,93 bilhões), trabalho (R$ 42,28 bilhões) e saúde (R$ 41,32 bilhões).

 

Mesmo com o encolhimento da desoneração da folha de pagamento, que terminará em 2021, outros incentivos continuam a crescer. Os principais crescimentos nas renúncias fiscais, de acordo com a proposta de Orçamento, ocorrerão nas isenções e imunidades para entidades sem fins lucrativos (+R$ 6,26 bilhões), na Zona Franca de Manaus (+R$ 3,89 bilhões) e nas isenções de Imposto de Renda para pessoas físicas (+R$ 2.6 bilhões).

 

Em contrapartida, os gastos com subsídios, quando o governo gasta dinheiro (direta ou indiretamente) para conceder empréstimos a juros mais baixos ou reduzir preços ao consumidor, cairão pelo quinto ano seguido. A proposta prevê que esse tipo de despesa passará de R$ 69,8 bilhões no Orçamento deste ano para R$ 63,98 bilhões em 2020.

 

A margem do governo para cortar os subsídios está emagrecendo a cada ano. O Orçamento de 2019 tinha reduzido os subsídios em R$ 23 bilhões. Para 2020, no entanto, a queda será de R$ 5,82 bilhões.

 

Queda de juros

 

Nos últimos anos, o governo tem conseguido cortar os subsídios por causa do fim do Programa de Sustentação do Investimento (PSI), que emprestou cerca de R$ 400 bilhões de 2009 a 2015 por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) com juros reduzidos a empresas. Para o próximo ano, no entanto, a queda da taxa Selic, atualmente em 5% ao ano pode fazer o governo desembolsar menos que o previsto no Orçamento.

 

Destinados a cobrir a diferença entre os juros de mercado e as taxas subsidiadas, os subsídios dividem-se em dois tipos. Os subsídios financeiros ou explícitos, que consomem recursos diretos do Orçamento, e os subsídios creditícios ou implícitos, em que o Tesouro emite títulos da dívida pública para cobrir a diferença de juros.

 

Para o próximo ano, os subsídios explícitos deverão somar R$ 35,59 bilhões, valor R$ 2,19 bilhões menor que o destinado no Orçamento de 2019. Os subsídios implícitos totalizarão R$ 28,39 bilhões, redução de R$ 3,63 bilhões em relação ao Orçamento deste ano.

 

Plano

 

A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2020 estabeleceu que o governo tem de apresentar, no próximo ano, um plano de revisão dos gastos tributários e dos subsídios, que atualmente equivalem a 4,6% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos). A equipe econômica terá de elaborar um cronograma de redução dos benefícios fiscais, financeiros e creditícios de 0,5 ponto do PIB por ano até 2022.

 

A LDO de 2019 tinha proibido a concessão de novos benefícios, restringido a renovação dos atuais pelo prazo máximo de cinco anos e exigido a redução dos benefícios para até 2% do PIB até 2028.

 

Em abril, o Ministério da Economia anunciou a criação de um comitê para discutir a revisão de todos os gastos tributários, analisando a eficácia de cada política. O comitê, segundo a pasta, apresentará um plano até o fim do ano.

 

Fonte: Agência Brasil

Agepan realiza fiscalização do sistema de distribuição de gás natural canalizado no município de Três Lagoas

Em consonância ao Plano de Atividades e Metas do Setor de Gás Canalizado para 2019, a Agepan realizou, no dia 30 de novembro, a etapa de Três Lagoas da fiscalização anual do sistema de distribuição de gás natural canalizado pertencente à Companhia de Gás do Estado de Mato Grosso do Sul – MSGás.

 

O objetivo é avaliar a qualidade do serviço prestado, no que se refere às condições operacionais, de manutenção e de segurança. Em agosto havia sido feita a fiscalização das instalações em Campo Grande. Entre novembro e dezembro, a fiscalização chega a Corumbá.

 

O trabalho é realizado pela equipe da Câmara Técnica de Gás Canalizado, sob coordenação do engenheiro Hailton Vasconcelos. Nesta quarta-feira, com a participação do diretor de Gás, Energia e Aquário da Agência, Valter Almeida da Silva, de coordenadores, técnicos e gerentes da companhia, foi feita a reunião de abertura e, na sequência, o trabalho de campo.

 

A fiscalização verifica in loco as condições de operação e manutenção das instalações, desde o City Gate – a estação de transferência de custódia do gás natural da transportadora para a distribuidora MSGás.

 

A coleta de dados e informações inclui verificação nas instalações e sistemas e também visita a clientes dos diversos segmentos – industrial, comercial, residencial, veicular e de co-geração (que utiliza o gás como insumo para gerar energia elétrica).

 

“São fiscalizadas, entre outras, as estações de reduções primárias e secundárias, onde são observadas as condições de operação, bem como a integridade física das instalações e aspectos relacionados à conservação e segurança”, cita o diretor Valter Silva.

 

Qualidade e segurança

 

Outro ponto a ser conferido é o sistema de odorização, etapa da distribuição responsável por adicionar “cheiro” ao gás, um mecanismo importante para a percepção de possíveis vazamentos. Também são verificadas as condições dos avisos de segurança e da manutenção dos trajetos das redes de gás, que devem ser rigorosamente sinalizados e bem conservados.

 

As informações colhidas serão, depois, analisadas e os resultados apurados indicarão eventuais constatações, recomendações, conformidades ou não conformidades, e determinações que constarão do Relatório de Fiscalização.

Balança comercial registra menor resultado para outubro em cinco anos; resultado é 79,2% inferior ao de outubro de 2018

A queda nos preços internacionais de vários produtos, a crise econômica na Argentina e a menor demanda por soja na China fizeram a balança comercial (diferença entre exportações e importações) fechar outubro com superávit de US$ 1,206 bilhão, divulgou ontem (1º) a Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia. O resultado é 79,2% inferior ao registrado em outubro de 2018 (US$ 5,792 bilhões) e o pior para o mês desde 2014, quando a balança tinha fechado com déficit de US$ 1,188 bilhão.

 

No acumulado do ano, a balança comercial acumula superávit de US$ 34,823 bilhões, montante 26,7% inferior ao registrado no mesmo período do ano passado. O valor é o menor para o período de janeiro a outubro desde 2015.

 

As exportações somaram US$ 18,231 bilhões no mês passado, com recuo de 20,4% em relação a outubro do ano passado pelo critério da média diária. As maiores quedas foram registradas nas exportações de petróleo bruto (-US$ 1,6 bilhão na comparação com outubro de 2018), por causa da redução dos preços internacionais e do baixo crescimento da produção brasileira, e de aço semimanufaturado (-US$ 499 milhões), por causa da retração dos preços internacionais e da menor demanda dos Estados Unidos.

 

Outro produto que teve impacto na queda das exportações foi a soja em grão, com redução de US$ 294 milhões em relação a outubro do ano passado, motivada pela queda dos preços externos, pela menor safra brasileira e pela crise na produção de suínos na China, que usa a soja brasileira para alimentar porcos. Em seguida, vêm a queda de US$ 139 milhões nas vendas de automóveis, provocada pela crise na Argentina, e a redução de US$ 111 milhões nas exportações de minério de ferro, decorrente da menor produção brasileira depois do rompimento da barragem em Brumadinho (MG).

 

Segundo o Ministério da Economia, as exportações de outros produtos subiram, mas não em ritmo suficiente para compensar a queda nas vendas dos principais produtos exportados. Em outubro, aumentaram as exportações de milho (+US$ 488 milhões), de carne bovina (+US$ 187 milhões), de algodão (+US$ 134 milhões) e de carne suína (+US$ 40 milhões).

 

As importações totalizaram US$ 17,025 bilhões em outubro, com alta de 1,1% na comparação com o mesmo mês do ano passado. No acumulado do ano, as exportações somam US$ 185,437 bilhões, queda de 7,7% em relação aos dez primeiros meses de 2018. As importações somam US$ 150,614 bilhões, com queda de 1,5% na mesma comparação. Todas as variações levam em conta a média diária.

 

Depois de o saldo da balança comercial ter encerrado 2018 em US$ 58,959 bilhões, o segundo maior resultado positivo da história, o mercado estima um superávit menor em 2019, motivado principalmente pela recuperação da economia, que reativa o consumo e as importações, e pelas tensões comerciais entre países desenvolvidos, que reduz o comércio global.

 

Segundo o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, os analistas de mercado preveem superávit comercial de US$ 47,5 bilhões para este ano. O Ministério da Economia tem estimativas mais pessimistas. No início de outubro, a pasta revisou para baixo a projeção de superávit em 2019, de US$ 56,1 bilhões para US$ 41,8 bilhões.

 

Fonte: Agência Brasil

Consolidação de aliança: Latasa inaugura novo forno e anuncia novos investimentos na indústria em Paranaíba

A concretização dos acordos firmados entre o Grupo ReciclaBR com o Governo do Estado e a prefeitura, foram fundamentais na consolidação de uma aliança que, garantiu para Mato Grosso do Sul em 2017, a instalação de uma planta, no município de Paranaíba, que gerou mais de 150 empregos diretos e a mesma quantidade de empregos indiretos, ao mesmo tempo em que estimulou os acionistas a novos investimentos.

 

Latasa inaugura um novo forno e anuncia novos investimentos em Paranaíba

 

Quando o Grupo ReciclaBR, maior empresa de reciclagem de alumínio do Brasil e pioneira da atividade no país, coloca em atividade mais um forno na planta Latasa Reciclagem no município de Paranaíba, foi feito o anuncio de investimentos para os próximos meses de mais de R$ 7 milhões.

 

CEO da empresa, Mario Fernandes

Segundo o CEO da empresa, Mario Fernandez, a ampliação deve garantir o processamento de toda sucata da região centro oeste do País, na unidade de Paranaíba.

 

Ao relatar o crescimento do grupo desde a sua instalação em Mato Grosso do Sul, Fernandez atribuiu aos incentivos recebidos dos Governos do Estado e do município grande parte da responsabilidade pelo crescimento de 106% (registrado até 2018) no processamento de matéria prima, passando de 160 mil toneladas para 360 mil toneladas por ano.

 

Mesmo considerando as vantagens do posicionamento geográfico em relação as outras plantas do grupo, e proximidade com o mercado consumidor (indústrias automotivas, siderúrgicas e metalúrgicas, de embalagens, de bens de consumo e da construção civil) o CEO destacou que a forma como foram recebidos no Estado, os incentivos recebidos e o empenho dos Governos do Estado e do município, foram peça chave para escolha de Paranaíba para aplicação de mais de 30 milhões na obra.

 

José Roberto Canto, Diretor-Conselheiro do Grupo

O Grupo ReciclaBR administrador da Latasa Reciclagem e de outras empresas do ramo de metais não ferrosos, está presente em 16 Estados. Desde 2013, quando começou as negociações para vir para Mato Grosso do Sul a empresa passou de 2 para 7 plantas em todo Pais, ampliou o número de colaboradores, de 600 para 2.100 (crescimento de 250%), passou de 89 mil para 146 mil toneladas de sucatas coletadas e aumentou de 17 para 26 o número de centros de coleta. “Temos confiança na economia, no Governo deste Estado que tão bem nos recebeu, nos gestores locais, vereadores e na população de Paranaíba e principalmente nos nossos colaboradores, aos quais temos muito a agradecer sempre!” Comentou José Roberto Canto, Diretor-Conselheiro do Grupo.

 

O secretário Jaime Verruck, que atuou diretamente nas tratativas para a instalação definitiva em Mato Grosso do Sul, e foi homenageado junto do Superintendente da Semagro, Bruno Bastos, com placa de agradecimento pelos representantes do grupo, destacou entre as ações do Governo do Estado as obras de pavimentação do acesso à Latasa, realizada com recursos do Fadefe, que é um fundo específico de apoio à industrialização. “Esse tipo de investimento é fundamental para conseguirmos melhorar as lacunas de competitividade do setor empresarial em Mato Grosso do Sul. No caso da Latasa, a pavimentação do acesso à fábrica melhorou a logística e a segurança dos trabalhadores e beneficiou um empreendimento que está diversificando a nossa base econômica e gerando muitos empregos”.

 

Bruno, Mário, Jaime e José Roberto

Jaime lembrou ainda que uma recente decisão do Estado, ampliou para até 2032 a concessão de incentivos para as empresas já contempladas em Mato Grosso do Sul, e que assumam compromissos de crescimento e investimentos, tal qual tem feito o Grupo ReciclaBR, que classificou como sendo uma referência da economia circular.

 

O Secretário fez questão ainda de parabenizar o Prefeito Ronaldo, sua equipe e os Vereadores pelo anuncio da inauguração do aterro sanitário, lembrando que até julho do próximo ano é possível que o Estado não tenha mais nenhum lixão.

 

Sobre o frigorífico que está desativado no município, Verruck comentou que o Governo Estado tem auxiliado nas tratativas com empresários do setor, no sentido de colaborar com o proprietário para que a planta possa ser arrendada ou vendida para sua reativação o mais breve possível.

 

Prefeito de Paranaíba, Ronaldo Miziara

 

O prefeito de Paranaíba, Ronaldo Miziara, falou da satisfação com a instalação e as boas notícias sobre novos investimentos, lembrando a importante participação de sua equipe e dos vereadores na consolidação de tão importante ação para a cidade.

 

O secretário de Indústria e Comércio de Paranaíba, Claudio Agi, o chefe de gabinete José Souto Silva e o Presidente do PSDB local, Longuinho Alves de Oliveira, vereadores e lideranças locais estiveram presentes no evento que contou com a apresentação da Banda Municipal Dra. Claudia Robalinho, que há três anos mantém um grupo de 22 integrantes, regidos pelo Maestro Saulo de Jesus Conceição e executaram os hinos na abertura.

 

Senai de Campo Grande promove 1ª Semana do Vestuário de 4 a 6 de novembro; evento terá palestras sobre moda e desfile

O Senai de Campo Grande realizará, de 4 a 6 de novembro, a 1ª Semana do Vestuário, um evento totalmente gratuito e aberto ao público que contará com oficinas e palestras sobre temas relacionados à moda e ao vestuário, além de um desfile organizado pelas alunas do curso de costureiro sob medida, oferecido pela instituição. Os interessados podem se inscrever pelo link: CLIQUE AQUI.

 

Segundo a instrutora do Senai de Campo Grande, Luane Sales de Oliveira, a 1ª Semana do Vestuário tem como objetivo reunir estudantes e profissionais do segmento, disseminado conhecimentos de desenho, criação, costura e moda consciente e inclusiva. Além disso, é uma excelente oportunidade de apresentar a estrutura da unidade e os laboratórios de vestuário da instituição.

 

“O fato de trazermos profissionais tanto de dentro quanto de fora do Senai com conteúdo relevante e de boa qualidade chama atenção de estudantes, profissionais e empresas do mundo da moda. Essas pessoas terão a oportunidade de conhecer nossos cursos e estrutura dos laboratórios, proporcionando ao Senai a oportunidade de capacitação de novos alunos e também de realizar novas parcerias”, afirmou Luane Sales de Oliveira.

 

Confira a programação:

04/11 | Segunda-feira

13h – Oficina “Confecção de Turbantes” – Sônia Buchara

18h40 – Desfile Primavera/Verão – Alunas do curso costureiro sob medida

20h –  Palestra “Moda Inclusiva”- Estilista Eduardo Alves

05/11 | Terça-feira

13h – Oficina “Modelagem da Base da Blusa usando a Técnica de Crepagem” – Luane Sales

18h30 – Palestra “Como Construir um Armário Inteligente e Sustentável” – Eliza Montes

06/11 | Quarta-feira

13h – Oficina “Estamparia Manual Criativa” – Vagner Gonçalves e Sônia Buchara

19h – Palestra “O Poder da Sua Imagem” – Milena Cassia

19h – Oficina “Estudo de Formas com Nanquim voltado para Design de Moda” – Nayara Bonilha