Dia dos Pais deve movimentar volume 20% maior no comércio de Mato Grosso do Sul, segundo pesquisa

Neste ano o Dia dos Pais deve movimentar R$ 163,7 milhões no comércio de Mato Grosso do Sul entre presentes e comemorações, um volume 20,38% maior que o estimado para 2018, conforme mostra a pesquisa sazonal de intenção de compras do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Fecomércio-MS (IPF-MS). O levantamento foi realizado com 1.514 pessoas em 6 municípios de Mato Grosso do Sul (Campo Grande, Corumbá, Dourados, Ladário, Ponta Porã e Três Lagoas) entre os dias 15 e 23 de julho.

 

“A data se projeta como um importante momento para o comércio e também para o segmento de serviços, diante da disposição do consumidor, inclusive notamos que em alguns municípios como Dourados e Ponta Porã a movimentação do Dia dos Pais vai superar a o Dia das Mães”, observa o presidente do IPF-MS, Edison Araújo.

 

Conforme a pesquisa, aumentou tanto o percentual de consumidores que pretendem comprar presentes quanto os que vão comemorar a data. Do montante a ser movimentado com o Dia dos Pais, R$ 89,86 milhões são em presentes e R$ 73,94 milhões comemorações.

 

Roupas (29,46%), calçados (15,29%), perfumes e cosméticos (16,01%) aparecem no topo dos presentes preferidos pelos compradores e ainda há um percentual de 8,97% que não decidiram o que vão comprar.

 

Quanto aos locais de compra, mais consumidores pretendem ir ao shoppings (17% neste ano contra 10% em 2018), o centro perde parte da preferência, (de 72% para 60%) e também há aumento considerável no contingente que vai comprar na internet (5% a 12%).

 

Dos entrevistados, 43,8% pretendem pagar com dinheiro, queda em relação a anos anteriores, com 25,42% apontando que vão comprar no crédito, 16,14% no débito e 9,39% parcelado. “São números importantes e que balizam tomadas de decisão, por exemplo, quando perguntado ao consumidor quais elementos que podem definir as compras, o preço aparece reforçando a necessidade de uma estratégia de divulgação das promoções”, diz a economista do IPF-MS, Daniela Dias.

 

Confira o estudo na íntegra

Consolidado (2)